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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Morte no Casamento

RECIFE 20/12/2010 - O supervisor de vendas Rogério Damascena, 29 anos, assassinou a mulher, a advogada Renata Alexandre Costa Coelho, 25, o chefe dele e padrinho do casal, Marcelo Guimarães, 40, e se matou com um tiro na cabeça, na madrugada deste sábado, em Camaragibe, no Grande Recife, durante a festa do casamento.

O crime aconteceu no condomínio Casa Grande de Aldeia, no quilômetro 14, da estrada do bairro.

Na sexta-feira, o casal havia realizado a cerimônia no civil. O irmão da noiva, Tiago Guerra, ficou ferido. Ele foi atendido no Hospital Santa Joana e já teve alta.

Rogério Damascena chegou a ser internado no Hospital da Restauração, mas não resistiu e morreu na manhã deste domingo.

A irmã da noiva, Lúcia Helena Coelho afirmou que não existe a menor hipótese de crime passional.

- Não teve nada de passional. Minha irmã era uma pessoa maravilhosa, que amava e queria ser amada. Ele estava feliz, a festa estava linda. A família dele adorava ela e está sem entender nada. Ele se revelou um psicopata, que enganou a família inteira. Matou o melhor amigo dele, o chefe, que estava lá com a esposa e foi o padrinho do casamento - disse.

 

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Aposentado mata funcionária pública

O aposentado Celso Muniz Coelho, 65, matou a funcionária pública Aparecida Ribeiro hoje na cidade catarinense de Correia Pinto. Por não conseguir marcar uma consulta ele se revoltou, invadiu a Secretaria da Saúde do Município e disparou várias vezes. O assassino foi preso em flagrante por homicídio e porte ilegal de arma. Veja o vídeo.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Padrasto Violenta e Mata Criança

É mais um caso triste de criança que não teve tempo de ser feliz. Uma menina de três anos, supostamente agredida e violada pelo companheiro da mãe, morreu na quinta-feira (26) à noite no Hospital Universitário Nossa Senhora de Candelária, em Tenerife, Espanha.


O alegado agressor, de 24 anos, teria agredido e abusado da menor enquanto esta se encontrava sob sua guarda, na quarta-feira. Pelas 22h00, o jovem levou a menina a um centro de saúde, onde o primeiro diagnóstico deu conta de que a criança estava com uma parada cárdio-respiratória, além de ter distintos traumatismos no corpo e múltiplas lesões por queimaduras.


Avisados de imediato, os agentes da polícia detiveram o padrasto da criança, que foi acusado de cometer o delito de abuso de menor e de lesões corporais.


A menina não sobreviveu aos traumas, tendo falecido ontem à noite. Por ser menor de idade, as autoridades de saúde espanholas não revelaram maiores detalhes do seu quadro clínico, informou hoje o jornal português on line Correio da Manhã.





quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Homem mata a mulher e depois se suicida

Um homem matou a mulher a tiros e depois se suicidou por volta das 19h30 na Avenida Rebouças, informou a Polícia Militar (PM). Ainda de acordo com os primeiros dados da PM, os dois morreram na hora e não chegaram a ser socorridos.

A polícia ainda não tem detalhes do suposto homicídio. O 15° Distrito Policial (Itaim Bibi) atende a região do fato e o caso deve ser encaminhado para registro nesta delegacia.
250808.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Cefaléia

A tensão muscular da região posterior do meu pescoço mais o nervosismo me levaram a pensar que deveria fazer, naquela noite, um programa legal, bem feito e memorável. Por isso passei no posto e mandei lavar o carro. Que o fizessem com o maior esmero e capricho.

Passei em casa e lá dormitava minha mãe. Meu pai, se vocês não sabem, digo-lhes rapidamente, que fugiu com a empregada gostosona, logo depois que nasci. Mas, tomei uma chuveirada rápida e nem ao menos jantei. Mandei para o sovaco o desodorante que no dia anterior comprara no boteco esquinal.

Saí à caça. Permaneci na esquina da avenida movimentada durante o tempo suficiente para que a visse. Ela ainda era imberbe. Moçoila mesmo. Era uma adolescente. Não tinha traços de patricinha, mas também não era operária. Como poderia classificar seu tipo? Não lhes poderia responder. Não agora. Mas percebi quando ela apareceu e estacionou o seu ciclomotor defronte a casa de frutas.

Eu a acompanhei com os olhos. Estava decidido. Seria ela mesma. Desci do meu carro e entrei no ambiente cheiroso.

Ela escolhia maçãs quando a abordei. Iniciamos um diálogo e um halo de simpatia nos envolveu. Havia sorriso no seu rosto e alegria no seu falar.

Trocamos informações básicas de forma quase que imperceptível.

Minha sorte foi tamanha que a convenci a deixar sua Monareta estacionada ali defronte o comércio e seguir-me no meu bólido pelas avenidas tortuosas daquela urbe sem graça.

Depois das vinte e duas horas, ela mostrou-se impaciente. Pediu-me para que a levasse de volta eis que seus pais a aguardavam.

Mas eu ainda não fizera nada que me aliviasse daquela tensão responsável por minha cefaléia. Cria que se não tivesse no mínimo dois orgasmos naquela noite não me sentiria bem. Por isso, contra sua vontade entrei bruscamente no motel que ficava afastado.

Sob seu protesto empurrei-a para o quarto e sapecando-lhe uns beijos joguei-a sobre a cama. Ao cair deitada gritou pedindo socorro. Pulei por cima de seu corpo e ao tentar tirar sua roupa rasgaram-se.

Estava excitadíssimo e com sofreguidão tentei penetrá-la. Não deu. Não sei por que motivo, mas de um instante a outro, me vi brocha. O seu rubor e seu ódio ante meu comportamento logo se transformaram em hilária gargalhada.

Quando ela percebeu que me constrangia com seu riso defensivo, mais e mais ria. O sangue me subiu à cabeça. Fiquei cego e dei-lhe a primeira porrada. Ela caiu ao solo carpetado e ficou quieta arfando. Chutei-lhe as costas. Bati sua cabeça no chão e ela perdeu os sentidos. A libido se avolumou no meu sangue e pude penetrá-la no ânus. Houve um rompimento e jorrou sangue. Depois de meia hora tentei outra penetração vaginal. Novamente falhei.

Bati mais na sua cabeça até o momento em que notei a sua respiração: estava parada. Tentei escutar o seu coração, mas um nervosismo forte tomou conta de meu ser. Não conseguia controlar meus movimentos. Meu raciocínio não era do jeito que sempre tinha sido.

Carreguei seu corpo mole, frio e pálido colocando-o no porta-malas do carro velho. Saí procurando disfarçar meu nervosismo. Passei pela portaria sem que ninguém desconfiasse.

Olhei o relógio e estávamos já no dia posterior ao da abordagem. Era madrugada.

Numa rua deserta, mais precisamente na sarjeta deixei seu corpo seminu e estuprado.

Aguardo a justiça divina, pois que a dos homens não me atingiu. Aleguei na delegacia e para o juiz que ela era viciada e que estávamos numa sessão de consumo conspícuo e plenamente consciente das drogas que havíamos adredemente adquirido.
Teria Deus comiseração de minh' alma?

F.A.S.C.





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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Psicose

Fernando Zocca
Quando cheguei a minha casa naquele dia, estava realmente cansado. Não tinha sido nada fácil lá na empresa. Mas tirei o paletó jogando-o no sofá. Desapertei a gravata. Escutei um ruído que vinha do meu quarto. Fazia nove meses que havia me separado e não poderia ser minha mulher que estivesse ali. Tenso caminhei pé ante pé até a porta que ficou entreaberta. Não acreditei no que vi. Ela estava deitada de calcinha, na minha cama. Massageava a púbis e com as pernas fechadas fazia movimentos de quem tinha orgasmos.
Não provoquei nenhum barulho. Esperei com o coração aos pulos que ela terminasse. Ela logo depois virou-se para o seu lado direito e pareceu dormir, ajeitando os cabelos.

Mas quem seria? Estava ficando louco? Estaria eu na minha casa? Busquei reconhecer os objetos a mim familiares. Sim, ali era tudo meu conhecido. Mas quem era aquela mulher seminua na minha cama?

Completamente aturdido pensei em algo para fazer. Ficaria bem quieto e a observaria sem que me notasse. Os minutos passavam agoniadamente. Sentia certa atração por ela, mas o medo também estava presente. Depois que ela acordou levantou-se e vestiu sua minissaia. Penteou os cabelos calçou os sapatinhos delicados. Ajeitou novamente os cabelos e saiu do quarto. Tomou uma chave que tinha em sua bolsa e abrindo a porta da rua com naturalidade, caminhou como se tivesse saindo de sua própria casa.

Meu queixo caído e meus olhos vidrados não se moviam. Babei. Minha respiração ofegante foi se acalmando. Meus batimentos cardíacos voltaram ao normal.

Entrei no quarto e pude sentir o cheiro do seu perfume. Havia um aroma gostoso de xampu caro. Não conseguia ordenar os pensamentos. Fui até a cozinha e tomei um copo d'água gelado. Peguei o telefone e disquei o primeiro número que me apareceu na memória. Era de Suzana, minha gerente geral. Ela não demonstrou surpresa. Perguntou se eu havia bebido. Pediu para que eu descansasse mais. Disse para que não me preocupasse muito com as contas a pagar. Desliguei embasbacado.

Tomei um banho rápido. Quando saía o telefone tocou. Uma voz sensual de mulher sussurrava palavras que me produziram um arrepio na espinha. Perguntei quem era. Não me respondeu. Eu ficava aterrorizado a cada momento. Abri a porta do quintal e lá no fundo minha cachorra jazia morta. Seus dentes estavam expostos na boca entreaberta. Uma descarga motora me arrebatou.
Caí desfalecido. Quando acordei a enfermeira me olhava sorridente. Disse que tivera uma síncope nervosa. Perguntei por minha cachorrinha e ela me acalmou dizendo que estava tudo bem. Falei-lhe do que havia ocorrido e ela disse que estava estressado. Que tudo não passava de ilusão. Seria alucinação provocada pela tensão nervosa dos momentos difíceis nos negócios.

Eu me consolei. Estava sozinho no quarto. Quando olhei para a porta, ela a bonitona da minha cama lançou-me um sorriso ajeitando os cabelos. Deu-me adeusinho e virou-se caminhando com aquela minissaia reveladora.

Chamei a enfermeira. Gritei desesperado. Estava enlouquecendo? A moça surgiu afoita. Quando me viu assim agoniado buscou logo ali na enfermaria uma injeção que me aplicou no braço. Naquele momento um pensamento estranho me passou pela cabeça: gostaria que colocassem o meu nome num prédio de entidade pública enquanto ainda vivesse. Era uma loucura. Mas eu estava mesmo louco.

Meu problema era compreender o que estava se passando. Teria tudo isso a ver com o pessoal da caixa d'água?

Estariam tais fatos relacionados com A Seita Maligna do Dr. Val?

Quem é que sabe? Disfarcei então toda aquela minha ignorância e procurei mostrar-me como que se nada de anormal estivesse acontecendo. Como poderia classificar aquele surto psicótico? Qual seria sua etiologia? Teria algum nexo causal com Gertrudes ou com sua magia negra? Eu comecei a crer que não teria tantas respostas assim. Não naquele dia e enquanto o relógio não deixasse de indicar 16h19min, o momento fatídico em que aquela mulher pedante e de canelinha fina, com seu carrão potente, trafegando pela contramão, se esborrachou toda na Rodovia do Açúcar defronte um caminhão de areia.

Nos escombros o pessoal do resgate encontrou o velocímetro que congelado no momento do impacto indicava: 174 km por hora.

Fatal.


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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Cabeleireiro é morto dentro do salão de beleza

O cabeleireiro Márcio Vieira da Silva, 33 anos, foi morto por volta das 18 horas da quarta-feira, (22/07), dentro do seu salão de beleza, situado à Rua dos Cajueiros, bairro Taperaguá, em Marechal Deodoro. De acordo com testemunhas, o crime foi praticado por dois homens armados com pistolas, que fugiram em um automóvel, sem deixar pistas.

Policiais do 17º Departamento Policial, sob o comando do delegado Flávio Saraiva, constataram que o crime não foi um latrocínio, já que nenhum objeto foi roubado do salão de beleza. Mas familiares suspeitam, segundo apurou a equipe de reportagem do Portal de Notícias de Alagoas TUDO NA HORA, que o homicídio pode ter sido motivado por uma briga em que Márcio Vieira se envolveu no município de Coruripe, há cerca de um mês.