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sábado, 9 de outubro de 2010

A prática da perversidade

A candidata do PT à presidência da república Dilma Rousseff vem sofrendo, durante a campanha eleitoral, de ataques contra a honra, tendo também contra si a disseminação de boatos.

Esse tipo de comportamento é muito próprio de quem não tem muita coisa para oferecer, e resolve então desmerecer as qualidades do oponente.

No âmbito municipal tais atitudes perversas equivaleriam às influências, sobre a opinião pública, que tem o prefeito, alguns vereadores, deputado estadual e federal, na solução de, por exemplo, pendengas jurídicas.

Usando as mídias citadinas como jornais, rádios e até TVs, os políticos, que teriam as atribuições de zelar pelos interesses da cidade, intrometem-se nos problemas particulares do seu eleitor, gerando confusões tremendas.

Quando o político do porte de um deputado estadual, federal, prefeito ou vereador bota sua colher numa quizila de vizinhos, considera que estará consigo a quantidade de apoiadores, semelhante ao número de votos que obteve.

O estado brasileiro é laico, isto é, não pertence ao clero, no entanto ele – o estado - não impede, por exemplo, que um deputado estadual se intrometa, com o poderio econômico e midiático, numa entidade religiosa a fim de solver questões relacionadas ao seu eleitor influente.

O tráfico de influência de um deputado estadual, ou federal, não se limita a delegacias de polícia, aos cartórios das varas cíveis ou criminais, das comarcas interioranas. Estende-se também às organizações filantrópicas onde exerceriam as mais nefastas ações.

Antes de tudo devem os senhores deputados estaduais, federais, prefeitos e vereadores, aprenderem a respeitar as pessoas simples e pobres. Afinal, se foi a quantidade de votos que os levou até onde estão, não será esse mesmo número, que os manterá na prática da iniquidade.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Louvando a Deus e seguindo em frente

Para atazanar a vida, a saúde ou o bem estar de uma pessoa que se destaca, a excrescência vale-se de todas as formas.

A utilização de tudo o que desassossega é a regra norteadora de quem não se sente muito bem com a luminosidade alheia.

Acredite que até o vodu serve de meio pra atingir a felicidade de uma pessoa linda, sarada, deliciosa e de bem com a vida.

É claro que se deve saber que as lesões causadas pela atividade física constante e intensa, se não passam com o uso dos medicamentos, tornaram-se, provavelmente crônicas.

Então seria bom que a prática do vôlei, do tênis, do ciclismo, da corrida ou de outro esporte, se limitasse de modo a não agravar o desconforto.

Mas que o olho grande quebranta a pessoa, nem duvide. Existem porém as formas tradicionais de lidar com esse tipo de problema.

Uma delas é a adoração do sagrado, do divino; em outras palavras, a louvação daquele que lhe possibilitou receber toda essa formosura e beleza: Deus.

Afinal, o que é que temos que não seja dado por Ele? Então louvando, bendizendo e agradecendo ao Criador do Universo pelas graças recebidas, seguiremos adiante enquanto ficam pra trás, estagnadas, as tolices da maledicência boba.




sexta-feira, 11 de junho de 2010

Obedecendo as Regras

Onde há pessoas e coisas, precisa haver regras. Se não existir normatização, logo se instala o caos, que deteriora tanto a gente quanto os objetos.

As leis trazem consigo o bônus e também o ônus. Ou seja, seguindo-se-as goza-se dos seus benefícios, o mesmo não ocorrendo com quem as desobedece.

Imagine estar num avião indo a um lugar que lhe dá muita esperança, alegria e felicidade. É necessário seguir as normas do veículo a fim de que se chegue bem ao destino.

Então quando o piloto solicita que todos apertem o cinto, abstenham-se do cigarro e não usem o celular, isso deve ser obedecido. Há motivos pra tal orientação.

Se esses procedimentos não forem observados, as consequências podem ser danosas ou até fatais.

Você já imaginou como deve ser complicado, a um piloto, obedecer todas as regras existentes para comandar um avião?

Por exemplo: o fabricante do aparelho determina que a uma certa altura o aparelho precisa ser conduzido com esse ou aquele equipamento ligado.

O piloto e o co-piloto, não seguem as normas, as recomendações e, por uma fatalidade, essa inobservância provoca um acidente no qual morrem duas centenas de pessoas.

Seria injusto atribuir a culpa a alguém que não tenha nada a ver com o problema. Da mesma forma desculpar-se, atribuindo ao equipamento o erro, não deixaria de ser uma demonstração de irresponsabilidade.

É necessário observar as regras, mesmo que nelas constem a punição para aquele que, por ação ou omissão, cause dano a outrem, devendo repará-lo.


terça-feira, 8 de junho de 2010

As sinecuras vergonhosas

Essa história de dossiê que surgiu agora na mídia, envolvendo pessoas determinadas a espionar políticos candidatos, nós aqui em Piracicaba, já conhecemos.

Aconteceu durante uma eleição para prefeito; os ingredientes dessa receita deram muito pano pra manga, do mesmo jeito que ocorre agora.

Se não me engano, o grupo que atualmente ocupa o poder municipal e representa o coronelismo autoritário, providenciou a impressão de um jornal, com acusações sobre gente do partido dos trabalhadores e, pela imprensa fez um auê dos infernos.

A grande jogada nisso tudo é a culpa que se joga no alheio. Entende-se que seja essa confusão, formada por gente do partido, desejosa de ajudar, mas que não se dá bem, quando o objetivo da estratégia falha.

Então, para não ficar mal na fita, lançam a culpa no adversário político. Se não me engano isso deu certo aqui em Piracicaba.

Basicamente os ingredientes e a receita dessa mixórdia são simples: um documento com acusações; a descoberta desse documento; a imputação do suposto crime ao adversário político e, logo em seguida, a publicidade do “fato criminoso”.

Ou seja: os documentos são falsos e os crimes neles relatados também são falsos. Mas a tentativa de difamar é verdadeira e é atribuída, com toda a veemência, ao adverso.

A intenção é a de formar, no público, uma opinião negativa sobre o contrário. Seria o mesmo que atear fogo no Reichstag e depois botar a culpa nos comunistas. Você entende?

Isso tudo por causa das eleições. Essa bagunça faz parte do jeito que alguns políticos têm pra chegar ou se manter lá nas sinecuras vergonhosas. Enquanto isso a miséria corrói a sociedade.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Irritando Luisa Fernanda

Luisa Fernanda experienciava momentos difíceis naquele já distante princípio de janeiro. Diziam as más línguas que o banco em que ela trabalhava demitiria muita gente e que ela, considerada funcionária inábil, seria uma das que estavam na lista das demissões.

O estado emocional disfórico predominante na Luisa Fernanda contaminava os que viviam ao seu redor e por isso mesmo, naquela manhã de segunda-feira, Célio Justinho, ao notar os resmungos da parceira, achou melhor não dar-lhe um bom dia com aquele entusiasmo característico de quem tivera uma boa noite de sono.

Justinho lembrou-se que Luisa Fernanda tentava descontar no filho do barbeiro vizinho, os dissabores sofridos com a figura maligna. Realmente na noite passada a mulher, com identidade falsa, passara algumas horas na Internet dialogando com o menino.

Célio Justinho achava que Luisa Fernanda procurava atormentar o garoto para que ele brigasse dentro de casa, punindo dessa forma, o barbeiro malvado.

- Não vai comprar o pão e o leite hoje? - perguntou bastante tensa Luisa Fernanda ao Célio que, depois de escovar os dentes, ligara a TV.

Por ser o Célio dependente da Luísa Fernanda, fazia ele tudo o que ela mandava. E mal pudera acomodar-se para ver os telejornais matutinos, quando sentira os maus humores da mulher que o faziam mexer-se.

- Vai vagabundo, faça alguma coisa! Você pensa que minha vida lá no banco é fácil? Retardado mental! Faz dois mil anos que tenta tocar o hino do Corinthians e não consegue! Nem pra isso você presta!

Já passava das oito da manhã quando Célio entrou no bar do Maçarico. Num canto Virgulão, o homem que vendera de uma só vez, duzentas e sessenta e quatro máquinas de escrever pra Prefeitura de Tupinambicas da Linhas e que gostava de tocar cavaquinho pra periquito engaiolado ouvir, bebericava da sua segunda garrafa de cerveja.

Célio Justinho ao pegar os pães, embalando-os viu que também entrava no recinto o Van Grogue. Foi então que Virgulão disparou:

- Van Grogue carrapato de capivara tuberculosa; pó de bosta de urubu catinguento; coprofágico inaugural da maior cidade do estado de São Tupinambos. É verdade que você é adepto da coprofagia?

Van de Oliveira já estava atordoado e não pudera evitar o abalo maior que lhe produziu a detonação daquelas palavras.

Van Grogue aprumou-se, tirou um cigarro do maço e, com gesto exagerado, com a mão direita pediu o seu produto preferido. Então ele se voltou para Virgulão e se defendeu:

- Isso tudo não passa de brutalidade dessa gente incompetente. São pessoas paranóides; elas têm delírios de referência; são incapazes de fazer qualquer coisa. Essa turma só sabe falar mal de quem faz. Eles não conseguem produzir nada e por isso inventam essas grosserias pra desqualificar quem provoca a inveja neles. As indelicadezas são ditas pra desmerecer a quem sabe fazer.

Virgulão riu e convidou Grogue para sentar-se ao seu lado.

Célio Justinho pagando o pão e o leite que pegara, saiu apressado. Ele tinha que chegar rápido em casa, antes que esquecesse o que ouvira. Ele precisava contar logo pra Luisa Fernanda que Van Grogue era mesmo um besouro coprófago.





sexta-feira, 14 de maio de 2010

Os Latidos da Cadela

Imagine experienciar uma quizumba num bairro de periferia de cidade pequena. Ciente de que você tem direitos a serem preservados, dirige-se rápido a delegacia de polícia.

Então pensando que com as providências da autoridade policial, a situação se acalme ao seu redor, depois de cumpridas todas as formalidades que lhe cabem, tenta esquecer o caso.

Mas veja que situação: ao invés de arrefecer os estados de espírito belicosos você nota que tudo ficou pior, os ânimos se exaltaram mais ainda.

Chega o momento em que você acha que não deveria ter ido à delegacia de polícia. E como entender que as pessoas investidas nas funções de funcionários públicos, possam agir em desacordo com o direito? Como explicar isso?

Você já ouviu falar em tráfico de influência? Pois é. Numa cidade pequena, onde quase todas as pessoas se conhecem, num auê entre vizinhos, um vereador, deputado estadual ou deputado federal podem solicitar à autoridade policial, favores em benefício de alguém, e detrimento dos direitos de outrem.

Entende?

Então numa desinteligência acontecida entre vizinhos, por causa da omissão de impedir os latidos incessantes de uma cadela, a vítima pode, ao dirigir-se à repartição policial, encontrar lá um clima completamente desfavorável.

Esse é o que se chama de tráfico covarde de influência. Esse crime pode ser praticado com o abuso do poder econômico. Ou seja, o tal vizinho meliante, que por ter entre os seus amigos gerentes bancários, acha que pode mandar e desmandar num bairro, passando inclusive sobre os direitos fundamentais das outras pessoas.

Esse tipo de comportamento injusto favorece a descrença nas autoridades, nas leis, e faz com que a vítima seja atingida na sua auto-estima.

E você acha que as injustiças e as lesões aos direitos das pessoas param por ai? Nada disso. Depois de ser “trucidada” num departamento policial, a vítima pode ainda ser denegrida no Fórum, nas casas comerciais do bairro, bancos, igrejas e por ai vai.

Quem conhece os mentirosos sabe que para manter uma mentira o fulano tem que contar outra mentira. E para defender suas posições deve mentir, mentir e mentir cada vez mais.

Isso acontece até o momento em que “a casa cai”, ou em que toda a verdade vem à tona.

Com a injustiça é a mesma coisa. Para defender os bens e a posição injusta, o indivíduo precisa seguir em frente praticando outra e outra injustiça, até o momento em que tudo se volta contra ele mesmo.

O ressarcimento financeiro, cremos nós, cessaria esse círculo vicioso maligno. Pelo menos mudaria o sentido do cenário.

AVISO: Os blogs http://laranjanews.blog.terra.com.br/ ,http://monitornews.blog.terra.com.br/ e outros integrantes da rede estão, no momento, bloqueados e não podem ser atualizados.





domingo, 3 de janeiro de 2010

Conversando a gente se entende

Desrespeito gera desrespeito. Isso fica muito mais grave se você usa a crença das pessoas para difundir boatos cujos objetivos seriam os de segregar suas vítimas. São coisas muito feias e não devem mais ser feitas.

Se você não consegue se defender numa ação judicial, seria cretinice pura, um atestado de burrice, tentar pela manipulação da opinião pública, aniquilar seu adversário. Não que isso seja ineficaz. Mas não deve ser feito com base nas inverdades; as pessoas são muito mais inteligentes do que você pode imaginar.

Se a sua indignação, posta nos autos, não conseguir sensibilizar o julgador e achar que a desistência do processo, pedida pelo proponente, significa uma vitória das suas teses saiba que, talvez, o recuo tenha sido para o desistente, o mesmo que foi a retirada da Laguna para o Brasil, durante a Guerra do Paraguai.

Todos sabem que devemos fazer aos outros o que desejamos para nós. E que não façamos aos demais aquilo que não queremos para nós mesmos. Essas regras são seculares. É secular também o conhecimento de que se alguém não interromper a tal da “reciprocidade” em algum momento, todos sucumbirão.

Ou seja, nessa história de “olho por olho, dente por dente” se alguém mais sensato não interromper a devolução do mal recebido, a pendenga vira logo uma carnificina descomunal.

E você pode agora imaginar quem foi que, pelo exemplo, ensinou isso pra humanidade? Isso mesmo. Foi aquele que recebeu toda a maldade do mundo, carregou nas costas, todos os pecados e mesmo assim não revidou. Ou melhor: revidou pedindo ao criador do universo que relevasse aquelas grosserias, pois os estúpidos não sabiam o que faziam.

Bondade gera bondade. Você não precisa enlouquecer para saber que a gentileza gera também gentileza, não é verdade?

A preguiça, a disposição para o alcoolismo e a crueldade, podem levá-lo a crer em teorias equivocadas que redundarão nas situações bastante desagradáveis. É por isso que eu digo, e repito: para conhecer a Deus, você precisa chegar antes em Jesus Cristo. Mas para se aproximar de Jesus, é necessário conhecer o Evangelho de Matheus, Thiago, João e Lucas.

Sem isso você pode cometer equívocos do tipo, enganar-se com o vizinho, a caixa d´água, a estrada, o caminhante, os murmúrios, e a difamação, podendo depois terminar sozinho, numa praça feia, suja e abandonada.

A teimosia pode levá-lo, e a todos os que tentarão te ajudar, a experienciar momentos constrangedores, durante os quais lhes serão revelados a própria ausência de juízo.

Que 2010 seja um ano bom, com mais sensatez, menos álcool e tabaco, para o seu próprio bem e o de sua família. São os votos do pessoal do seu Blog mais querido.

Compreende?



quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Artistas homenageiam Simonal

Wilson Simonal foi homenageado ontem a noite no Rio de Janeiro por Ed Motta, Paralamas do Sucesso, Maria Rita, Marcelo D2, Martinália dentre outros, que se apresentaram com as músicas do repertório do cantor.
Os artistas foram convidados pelos filhos de Simonal, Max Castro, Simoninha e pela gravadora EMI para o Baile do Simonal, no Vivo Rio, durante o qual foi gravado um DVD.
O projeto foi realizado depois do sucesso alcançado com o documentário sobre a vida de Simonal, visto por mais de 70 mil pessoas, denominado“Ninguém sabe o Duro Que Eu Dei”.
Segundo consta Wilson Simonal estaria sendo roubado por seu contador que levou dele uma surra. Na polícia a vítima disse que Simonal era informante das forças repressivas do regime militar.
O boato espalhou-se quando então toda a trajetória de sucesso de Simonal foi ceifada, lançando-o no esquecimento.
O objetivo do documentário é exatamente o de resgatar a verdade, reabilitando a honra desse fabuloso representante da música popular brasileira.
Os sucessos de Wilson "Sá Marina", "Meu Limão, Meu Limoeiro", "Vesti Azul", "Mamãe Passou Açúcar em Mim", "País Tropical", foram revividos pelos artistas que o homenagearam.


Vende-se o apartamento 93 do 9º andar no Edifício Araguaia. Contém sala em L, três quartos (uma suíte), quarto para empregada, lavanderia ampla e cozinha. Tratar pelo fone 19 3371 5937.