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terça-feira, 15 de junho de 2010

Durvalina cobra caro pelo aborto

Durvalina, a barra pesada do bairro, será procurada hoje por Fátima que está grávida e deseja fazer um aborto.

Na verdade as duas já se encontraram antes, mas Fátima ficou assustada com o preço do “serviço”; prometeu batalhar para conseguir o dinheiro e poder voltar.

A moça, que engravidou por descuido, enganou a mãe dizendo que ia ao médico. Pegou o dinheiro da consulta e volta agora para pagar a Durvalina.

No primeiro encontro ocorrido na sala da casa da dona Durvalina a conversa foi assim: "Ai, meu docinho, sem dinheiro não dá, coração... Cê sabe, eu tenho as minhas despesas, não posso fazer 'de grátis'... Caridade é só na Igreja, meu anjinho, mas acho que lá eles não vão resolver o seu problema...".

Por ai já se pode ver que essa tal de dona Durvalina não é muito fácil; não é flor que se cheire. Ela fará o aborto em Fátima?

Veja no flagrante abaixo o momento em que a dona Durvalina pede R$ 1.200 para fazer o aborto na Fátima.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Meu vizinho é um psicopata

Você se lembra daquele sujeito sempre mal humorado, que maltrata diuturnamente os enteados, não para nunca de falar, e agride os vizinhos?

Pois você pode estar diante de um psicopata. A psicopatia é uma doença mental caracterizada também por ausência de culpa.

Outros sinais de que o sujeito maldoso é portador desse mal são os seguintes: falta de sinceridade e tendência à manipulação; impulsividade; irresponsabilidade persistente e ausência de remorso.

Quem ensina é a psicóloga Martha Stout no livro "Meu Vizinho é Um Psicopata". Ela apresenta elementos básicos para reconhecer psicopatas e sociopatas - pessoas com distúrbios psicológicos e mentais caracterizadas, principalmente, pela falta de culpa e consciência.

Quando o padrasto cruel maltrata a filha e os enteados, ele sabe o que está fazendo, mas não se importa com isso. Ele “não liga”. É preciso muito cuidado com esse tipo de doente. Ele pode atacá-lo na rua atirando-lhe tijolos ou agredindo-o com chutes no peito.

Esses tipos anormais podem usar tinta spray com a qual, poluindo o ar da casa alheia, perturbam o sossego do vizinho.

terça-feira, 23 de março de 2010

Paixão: conter ou extravasar?

É lamentável quando ocorrem crimes que abalam toda a sociedade. Há alguns anos li uma tese de doutoramento na qual o autor discorria sobre o conflito entre o extravasamento ou a contenção das emoções.

Ou seja: ele desejava esclarecer qual atitude seria mais salutar para as pessoas: se o deixar fluir as paixões ou a contenção delas.

O impasse se dava a partir do princípio de que o represamento das cargas emotivas prejudicaria a saúde do paciente.

Por outro lado, o extravasar da virulência da paixão, danaria pessoas ou coisas que comporiam o cotidiano do enfermo.

Numa situação onde há a possibilidade da ocorrência do crime, por exemplo, se o sujeito tem um pouquinho mais de razão, isto é, se seu lado emotivo está, digamos mais “domesticado”, talvez não se deixe levar pelo ódio que o domina no momento.

Você veja que quando o objeto causador da repulsa afetiva torna-se inatingível, recebem todas aquelas cargas destrutivas, as crianças indefesas.

Então para se vingar de alguém, que lhe causa grande padecimento, o ser irracional, ataca a quem não pode se defender; aquele que não tem nada a ver com o salseiro é que se dá mal.

Em briga de marido e mulher os filhos podem ser usados para agredir um ao outro. E geralmente quem não termina bem são os filhos.

As consequencias para a prole são as afecções mentais, o cometimento de crimes, ou até mesmo a morte. As notícias estão ai nos jornais pra quem quiser se inteirar.

Daí a importância do casamento, da família, da fidelidade e a preservação de todos aqueles valores a que estamos acostumados, mas que vemos bombardeados diariamente.

Se o cidadão comete delitos e não restam dúvidas quando à autoria, a lei deve ser usada para efetivar as punições. Porque se houver a complacência, a repetição do ato delituoso se propaga no meio social.

Onde não há a observância das leis, ou onde elas perdem a credibilidade, volta-se ao estágio do mais forte, ou seja, aquele que detiver mais agressividade, destrutividade e agir com violência, oprimindo, estabelece o seu predomínio.

Ai então chegam os famosos momentos de grande instabilidade social que podem ser resumidos nas frases: “Brasil, ame-o ou deixe-o” e “O último que sair apague a luz”.

Já foi dito, num artigo passado, que no impasse entre a aplicação dos procederes religiosos ou os legais deve-se optar pela lei. Não devemos nos esquecer que a legislação ancora-se nos princípios religiosos.

Então para a manutenção da ordem e do progresso é fundamental a observância das leis. Não resta a menor dúvida.



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sábado, 20 de fevereiro de 2010

Polícia investiga pedofilia no Flamengo

Por Napoleão Toko

Uma associada do Clube de Regatas Flamengo relatou no dia oito de fevereiro, na Delegacia da Criança e do Adolescente (DCAV), ao delegado Luiz Henrique Marques, que viu um dirigente do clube “acariciando ostensivamente o órgão sexual” de um menino de aproximadamente dez anos, nas imediações da sede da Gávea, reportou hoje o site do jornal carioca O Dia.

De acordo com seu depoimento à polícia, a denunciante ouviu o acusado dizer para a criança: “Você é gostosinho. Você é bonitinho”. A associada, então, seguiu para o clube à procura do responsável pela criança, acreditando que o menor poderia ser filho de algum atleta ou estivesse tentando entrar no clube através de uma peneira.

Como não encontrou os pais do menor na sede da Gávea, a denunciante se dirigiu a outro diretor do Rubro-Negro e, em seguida, à presidente Patrícia Amorim, para denunciar o ocorrido.

Logo depois a denunciante procurou a vereadora Liliam Sá (PR), que a encaminhou à Justiça. A legisladora espera o desfecho das investigações. “Ainda não podemos acusar ninguém. Há indícios de que isso esteja acontecendo e, se a denúncia for comprovada, a presidente Patrícia Amorim deve tomar providências”.

“É uma denúncia grave, que está sendo tratada em sigilo”, afirmou o delegado titular da unidade, Luiz Henrique Marques que não descarta a possibilidade de ouvir a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim. “Se necessário, ela será chamada”. Patrícia voltou a afirmar ontem que só voltará a se pronunciar se for notificada pela polícia.







sábado, 13 de fevereiro de 2010

Violência sexual contra crianças

À semelhança de uma doença covarde e sorrateira, que aos poucos vai dominando um organismo, o marginal que agride e abusa sexualmente de crianças progride na malignidade.

Chega o momento em que nem mesmo a luz do dia consegue impedir os atos ofensivos. A integridade física, moral e sexual do menor vulnerável são destroçadas com tamanha crueldade que atemoriza os demais circundantes.

A pessoa criança, desaparelhada dos meios necessários para se defender, humilha-se se sujeitando à lascívia do mau caráter, pois é só assim que a loucura agressiva concede a trégua.

Passam as horas, um ou dois dias e as torturas novamente se iniciam. A opressão contra alguém mais fraco parece ser a válvula de escape do neurótico louco, que não tendo como se livrar dos demônios que o subjugam, desconta na alma infantil o seu sofrimento.

Como podem as autoridades responsáveis livrar o pequeno ser, em formação, das violências domésticas diárias? E o que é pior: quando há o consentimento da mãe da vítima, que legitimidade teria o poder público para intervir?

A pensão alimentícia destinada ao sustento de filho adulterino, quando proporciona tempo ocioso ao padrasto opressor, por compaixão poderia suprimir-se. E logo.

É a ociosidade improdutiva, geradora das tensões desalagadas com a violação sexual do menor indefeso, num certo momento, já conformado com esse modo de existir, a verdadeira mãe dessa injustiça terrível.

De que valeriam as denúncias contra esses crimes evidentes, se nas apurações a simulação encontra reforço na aceitação da mãe negligente?

O adulto criminoso que se vale da fragilidade do menor domina-o para a destruição. Não pode haver querença onde o bem estar do opressor depende da sujeição humilhante diária do subordinado.

Numa relação dessas não há o equilíbrio. Não há sanidade. Como é que se resolve um problema desses?




sábado, 9 de janeiro de 2010

Fazendo Pontes

- Tá vendo no que dá fumar, seu burro? Agora fica ai deitado nessa cama, largado feito uma trouxa. Muito homem, né? Cadê o machão que queria matar, fazer e acontecer? Está doendo o peitinho, neném? Recebí o recado daquela sua sobrinha. Mas isso não modifica em nada essa situação deplorável. Que vergonha! Um macho desse porte e agora ai derrotado por um infartozinho. Vamos fazer umas pontes nesse coraçãozinho?


A enfermeira, aos pés do leito de Charles Bronchon, observava as reações que suas palavras causavam naquele paciente sedado. O soro gotejava lentamente ingressando na corrente sanguínea pela veia do braço esquerdo.

Este poderia ser o começo de mais uma história sobre o tabagismo, o alcoolismo e suas consequências.

O alcoolismo é uma doença terrível que torna suas vítimas praticamente uns loucos insones, capazes de uma miríade de maldades sem fim. O álcool tem essa característica de fazer do seu usuário um sujeito cruel, insensível, insensato e bastante prejudicial para si, aos seus familiares e aos vizinhos.

Na grande maioria dos casos o alcoólatra é um medroso, incapaz de falar diretamente sobre seus problemas. O uso da projeção faz dele um “craque” quando alucinado. Além da agressividade física, a violência moral o faz também insultar à distância. O distanciamento das suas vítimas lhe proporciona uma certa segurança para agir.

Um louco desses é capaz de permitir, que da sua funilaria vaze tinta spray, usada na pintura de automóveis, durante a madrugada toda. No dia seguinte, com a maior “cara de pau” ele estará pronto para negar qualquer irregularidade.

O alcoólatra praticamente nunca está sozinho, ou melhor num grupamento familiar, pode haver mais alguns dos seus componentes, acometidos pela doença. Eles se reforçarão usando no feedback, o material dos desafetos colhido nas conversas anteriores.

Essa doença transforma suas vítimas em seres improdutivos. Não são raros os casos em que parentes próximos, geralmente funcionários públicos, sustentam o grupo familiar adoecido, com as sobras dos salários e cestas básicas.

O teor das manifestações verbais do alucinado é composto também por elementos obtidos nas entrevistas de partidários seus com os desafetos. A regra de que deveria haver sigilo entre os interlocutores não impede muita vez, que os assuntos ouvidos na confissão, ultrapassem seus limites, servindo de munição para os litígios intermináveis.

Quando o alcoólatra não é acometido por surtos alucinatórios agudos, durante os quais poderá atacar qualquer um que se lhe apresente, estará sujeito à erosão contínua dos seus substratos biológicos.

Veja o que diz a Bíblia sobre o alcoolismo:

Ai da coroa soberba dos bêbados de Efraim, da flor murcha que usam como enfeite e que cresce no alto do vale fértil! Ai dos que estão encharcados de vinho. Is 28, 1.

A senhora insensatez é irriquieta, é uma ingênua que não conhece nada. Ela fica sentada na porta da casa, num banco de onde domina a cidade. Daí ela chama os que passam e vão seguindo o caminho reto. Ó ingênuos venham aqui. Quero falar aos que não tem juízo. A água roubada é mais doce, e o pão comido às escondidas é mais gostoso. Ela não sabe que na casa dela estão os mortos, e que os seus convidados irão para o reino dos mortos. Pr 9, 13-18.





O alcoolismo é uma doença e precisa ser tratada. Os cuidados objetivam proteger os familiares, os vizinhos e o paciente dele mesmo.






quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A defesa da mulher

A chamada lei Maria da Penha é um mecanismo legal que possibilita a vitima da violência doméstica, prevenir e se defender das agressões.

Toda a mulher, independente da raça, cor, religião, orientação sexual, nível de educação, renda ou cultura, tem o direito de preservar a sua integridade física, saúde, aperfeiçoamento intelectual e moral.

São consideradas violências domésticas as ações e omissões que lhe causem sofrimento físico, psicológico, sexual, danos materiais e morais.

Compreende-se por doméstico, ou ambiente doméstico, o espaço de convívio permanente de pessoas, com ou sem vínculo familiar.

Veja a seguir, como define o Art. 7º da lei Maria da Penha a violência praticada dentro do lar.

Art. 7o São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:

I - a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;

II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;

III - a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;

IV - a violência patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;

V - a violência moral, entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.

Depois de agredida a mulher deve procurar a autoridade policial, na delegacia que abrange o local onde ela reside. As estatísticas dão conta de que o agressor não se limitará a uma única ação delituosa, podendo repetir o crime outras vezes com violência crescente. Saiba o que a autoridade fará depois de registrada a ocorrência.

Art. 12. Em todos os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, feito o registro da ocorrência, deverá a autoridade policial adotar, de imediato, os seguintes procedimentos, sem prejuízo daqueles previstos no Código de Processo Penal:

I - ouvir a ofendida, lavrar o boletim de ocorrência e tomar a representação a termo, se apresentada;

II - colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e de suas circunstâncias;

III - remeter, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, expediente apartado ao juiz com o pedido da ofendida, para a concessão de medidas protetivas de urgência;

IV - determinar que se proceda ao exame de corpo de delito da ofendida e requisitar outros exames periciais necessários;

V - ouvir o agressor e as testemunhas;

VI - ordenar a identificação do agressor e fazer juntar aos autos sua folha de antecedentes criminais, indicando a existência de mandado de prisão ou registro de outras ocorrências policiais contra ele;

VII - remeter, no prazo legal, os autos do inquérito policial ao juiz e ao Ministério Público.

§ 1o O pedido da ofendida será tomado a termo pela autoridade policial e deverá conter:

I - qualificação da ofendida e do agressor;

II - nome e idade dos dependentes;

III - descrição sucinta do fato e das medidas protetivas solicitadas pela ofendida.

§ 2o A autoridade policial deverá anexar ao documento referido no § 1o o boletim de ocorrência e cópia de todos os documentos disponíveis em posse da ofendida.

§ 3o Serão admitidos como meios de prova os laudos ou prontuários médicos fornecidos por hospitais e postos de saúde.

Em minha opinião, se a ofendida estiver dividida entre o proceder conforme os ensinamentos religiosos, perdoando a ação maldosa, ou como determina a lei, ela deverá agir conforme dispõe a legislação.

Fernando Zocca.


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sábado, 8 de agosto de 2009

Sem limites


A agressividade é uma propriedade dos seres animados. Disso ninguém duvida. Os próprios vermes que infestam os cadáveres, para se nutrir da podridão, agem rompendo as estruturas antes formatadas.

O que diferencia as bestas-feras dos seres humanos é a propriedade que estes têm de racionalizar, ou seja, verbalizar as emoções que os acometem. As bestas-feras não possuem esse atributo racional.

As pessoas civilizadas conversam, comunicam seus desencantos, suas frustrações e tentam transformar a tensão dos mal entendidos em compreensão e paz. Ao contrário, os bichos selvagens, agem com agressividade, por não disporem dessa, digamos graça para o entendimento.

Esses bichos-feras podem inclusive, brandindo a Bíblia, tentar sufocar todos aqueles com quem antipatizam. Ocultos nas trevas não gozam da mansuetude e não conseguem vivenciar o equilíbrio, a paz, a homeostase. Parece que o silêncio as atemoriza tornando-as loucas, inconseqüentes.

Apesar disso não deixam de ser elas também, as bestas-feras, uma criação daquele que tudo fez tudo criou. Ocorre que se a bondade cristã não se assenhorear do terreno maligno, a crueldade pode alastrar-se contagiando os do entorno.

Há núcleos perturbados, existentes numa comunidade, que preferem incitar nas crianças a agitação, o barulho e a confusão como entretenimento ao invés de as educarem com os livros infantis, ou com os programas próprios da TV.

Nesses grupos irregulares, a tensão gerada no ambiente, leva à opressão e violência contra as crianças propiciando a instalação das bases daqueles adultos insociáveis, loucos, agressivos.



Vende-se o apartamento 93 do 9º andar no Edifício Araguaia. Contém sala em L, três quartos (uma suíte), quarto para empregada, lavanderia ampla e cozinha. Tratar pelo fone 19 3371 5937.