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terça-feira, 12 de abril de 2011

Batendo em Crianças








                        Se as autoridades civis e religiosas não interferirem em alguns casos de violência contra crianças, praticadas por familiares, certamente muitas delas não chegarão à idade adulta gozando da plena saúde física e mental.
                        Podemos entender que a não intervenção dos padrinhos, tios, e avós, tanto dos enteados quanto dos padrastos, tenha como fundamento, o desejo de que os problemas surgidos sejam resolvidos por eles mesmos.
                        Os conflitos entre um padrasto adulto e um enteado, com aproximadamente 10 anos, portador de certa deficiência, podem não terminar bem para o menor se o padrasto tiver um nível nulo de escolaridade, fizer uso abusivo do álcool e acreditar que tudo o que está amassado deve ser consertado à marteladas.
                        Os modos grosseiros do padrasto insensível sujeitam o enteado desprotegido, aos terríveis sofrimentos desnecessários. A desculpa de que esse crime de maus tratos é um carma a ser experienciado pela vítima indefesa, serve para manter as testemunhas responsáveis a certa distância.
                        O analfabetismo cerra as luzes morais e religiosas que poderiam amenizar a situação. Tomado pela circunstância na qual o próprio agressor sofreu também na sua infância, a violência do pai bêbado, usa ele agora o mesmo método aprendido.
                        Alguém poderia alegar que um pai alcoólatra batendo na própria filha adolescente, tentando conter nela os impulsos da idade, seria até mais trágico do que o padrasto desejoso de controlar o enteado com a violência moral e pancadas.
                        Em ambos os casos as autoridades e os responsáveis mais próximos deveriam intervir. Tanto na situação horrenda em que o pai espanca a filha e a esposa, quanto na do padrasto que subjuga o enteado.   

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O Insulto às Crianças

O sujeito desempregado, geralmente analfabeto, que fica o dia inteiro dentro de casa, falando asneiras sem parar, atrapalhando o andamento normal do lar, pode ter exacerbada sua patologia mental e agredir os familiares.

A violência ocorre, no mais das vezes, contra enteados, crianças menores de idade que, além de impossibilitadas de se defender, não conseguem convencer a mãe, avós ou até mesmo os tios, de que é vítima de agressões.

Se o pai do padrasto agressor tinha histórico de alcoolismo e praticava violência contra vizinhos, é provável que neste meio familiar, essas atitudes agressivas possam ser consideradas “normais”.

A personalidade criminosa, desejando manter o controle do ambiente usa mentiras, falcatruas, enganações e muito insulto, que comete às ocultas, contra as crianças.

Essa maneira de provar seus pontos de vista equivocados, fazendo uso desses expedientes indignos, produz cicatrizes emocionais indeléveis no espírito das vítimas infantis.

O exercício dessa autoridade criminosa dentro do lar, quando pratica, de forma velada, a violência contra os indefesos, deseja na verdade, obter o respeito, a admiração do parceiro ou dos demais integrantes do grupo familiar.

Veja que o sujeito busca a respeitabilidade usando meios inidôneos. Podemos comparar esse gesto com o do assaltante que consegue fortuna e honorabilidade assaltando bancos.

A demonstração ao agressor de que o que ele vem fazendo não é justo, humano, cristão ou lícito, incumbe aos parentes mais próximos. E se for o caso, ao conselho tutelar do município.