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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Trabalho & Lazer

Quando estamos estressados podemos tornar-nos mais sensíveis para determinadas coisas. Por exemplo: a pressão no trabalho, que exige mais produtividade, pode tornar o calor ou os latidos dos cães insuportáveis.

Então as reações, que em tempos de calmaria, não seriam tão tensas, durante as fases de produção acelerada, significariam mal-estares horrorosos.

Para quem pode, uma viagem longa resolveria a situação problemática. Se você pudesse sair por algumas semanas veria que, ao voltar tudo estaria mudado. Ou quase tudo.

Ottawa no Canadá é uma cidade onde a temperatura, na maior parte do ano, favorece o uso de muitas roupas e por isso, não é raro ver em Londres, Paris ou Nova York, as tendências da moda, surgidas naquele país da América do Norte.

Fazem parte da forma de vida, no mundo ocidental de hoje, a produção e o consumo de bens. Ocorreriam sérios desequilíbrios se, por exemplo, alguém se dedicasse somente ao trabalho e não tivesse momento nenhum voltado ao lazer.

Por isso é sempre muito saudável o uso do tempo, nas atividades que trazem prazer. Mesmo que isso seja o simples dedilhar do hino do Corinthians no teclado velho.

Veja no vídeo abaixo, uma sátira à famosa linha de produção, de uma fábrica da década 30, do século XX.


quinta-feira, 11 de março de 2010

QUE VANTAGEM MARIA LEVA?

Os políticos de Piracicaba conduzem a cidade numa direção contrária a do resto do mundo desenvolvido. Nas regiões mais evoluídas o meio ambiente é a prioridade, pois se sabe que com a degradação do local onde se vive, degrada-se também a população ali existente.

Um veículo usuário de combustível, feito com a matéria orgânica, retirada do subsolo e transformada em gases na superfície, produz o equivalente a cinco toneladas de material tóxico por ano.

Enganam-se aqueles que acham que não seja nociva, para a saúde, a absorção desse lixo gasoso pelos organismos biológicos. Isso sem falar no espaço ocupado por um carro, geralmente contendo uma só pessoa.

Os gênios da política caipira desejam trazer para a província uma fábrica de automóveis. A justificativa principal é a de que o empreendimento trará aproximadamente 5.000 mil novos empregos.

Sim. Mas para quem? Para trabalhar numa fábrica dessas é necessário ter experiência, conhecer o manuseio das máquinas utilizadas na produção dos componentes dos veículos. E ao que nos consta, trabalhadores hábeis nas oficinas mecânicas, especializadas na fabricação e manutenção de usinas e peças de usinas de açúcar e álcool, não seriam os mais indicados.

Na engenharia também o processo é o mesmo. Os projetistas e desenhistas experts na criação de maquinário utilizados pelos usineiros nas suas propriedades, não teriam o mesmo preparo que os profissionais das fábricas de automóveis.

Isso ocorre também com o pessoal da burocracia. Os trabalhadores de colarinho branco, encarregados dos trâmites relativos aos escritórios, das usinas de açúcar, teriam uma rotina completamente diferente, na indústria automobilística. As experiências são diversas.

Portando para a fábrica, que pretende se instalar em Piracicaba, mesmo recebendo gratuitamente as áreas de terras e a isenção de impostos por muitas gerações, seria mais lucrativo trazer, de fora, os trabalhadores de que necessita.

Então, que vantagem levaria a nossa querida província com instalação desse empreendimento, se ele não proporciona direito a impostos, não emprega as pessoas nascidas no local e não contribui para a melhoria do meio ambiente?

É suficiente para o ego do cidadão piracicabano dizer: “Esse carro foi feito em Piracicaba”?

Além do prestígio para os políticos, que atualmente ocupam os cargos eletivos, aliás, há um bom tempo, em nada mais serviria esse projeto pobre. Na verdade isso se compararia a um espetáculo de palco, a um show pirotécnico, onde os “Maquiavéis” do PSDB exercitariam suas capacidades prestidigitadoras.

Aos homens públicos interessa a manutenção dos cargos por causa dos lucros. Em tempo de eleição não se pode duvidar da existência de prefeitos que inaugurariam até pontes de safena, se isso lhes rendesse votos.


A proteção do meio ambiente conduz a indústria automobilística a desenvolver projetos que utilizam energia limpa.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Na China cães e gatos são alimento

Cada povo com a sua cultura. Nós aqui no Ocidente procuramos cuidar da melhor forma possível dos nossos cães e gatos. Outro dia vi na TV, se não me engano no Domingão do Faustão, uma atriz pedindo às pessoas que não comprassem os animaizinhos. O objetivo dela era o de lançar uma campanha restritiva do comércio dos bichinhos e da degradação que eles sofrem.

Entre nós existem até sociedades protetoras dos animais. Há leis que protegem a integridade física e a saúde desses nossos irmãozinhos.

Nas Universidades há cursos de Veterinária formadores de profissionais que cuidarão do bem estar dos amiguinhos. São Francisco de Assis considerava os animais criaturas de Deus devendo ser respeitados por nós, seres humanos.

Quem não se indigna quando vê alguém promovendo maus tratos contra eles? No Rio de Janeiro, há algum tempo, o vereador Cláudio Cavalcanti, propôs uma lei que tinha por objetivo liberar os animais de tração, dos suplícios e maus tratos feitos por seus proprietários.

Cláudio Cavalcanti foi ator da Rede Globo, tendo atuado em muitas novelas e filmes inesquecíveis.

Hoje uma indústria enorme floresce em torno do bem estar e saúde dos bichos. Há fábricas de ração, de xampus, sabonetes, medicamentos, roupas; há clínicas de psicologia especializadas, tratamentos que usam a homeopatia, e até peritos que aplicam passes nos debilitados.

Há ainda treinadores profissionais, que ganham a vida adestrando os bichos.

Isso tudo acontece aqui, no Brasil. Mas na China a coisa não é bem assim, não. Lá, minha amiga, os gatinhos e cachorrinhos, antes de virarem comida, são tratados com a maior crueldade.

Eles são amontoados e aprisionados nos engradados minúsculos para o transporte por caminhões. As gaiolas são empilhadas nas carrocerias e levadas até os abatedouros. Existem locais que funcionam como entreposto, aonde os usuários vêm para comprar a preciosa mercadoria.

Veja no vídeo como funciona a matança de cães e gatos, na China.



Você comeria bifes de carne de cachorro ou de gato?