Mostrando postagens com marcador destruição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador destruição. Mostrar todas as postagens

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Vândalos Danificam Durante a Madrugada

Durante a madrugada do dia 6 para o 7 de fevereiro, vândalos aproveitando a calada da noite, derrubaram um arbusto ornamental, plantado defronte ao 181 da Rua Napoleão Laureano. Este trecho do quarteirão vem sofrendo turbulências há algum tempo.

O desassossego atinge os habitantes na forma de destruição na propriedade e lixo jogado defronte ou dentro das suas casas.

Alguns moradores consideram que essa falta de educação e incivilidade já tramitam pelo território da contravenção penal e do crime.
Da incivilidade para os danos materiais. Vândalos danificam a propriedade alheia durante a madrugada.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Os 60 segundos que destruíram o Haiti

Menina fica soterrada por 18 horas. As pessoas que se propunham a salavá-la não tinham equipamento nenhum.


Na tragédia que se abateu sobre o Haiti, as crianças são as mais vulneráveis. Milhares de pessoas morreram e outras ficaram sem ter para onde ir depois que suas casas ruiram durante o terremoto devastador. Não há energia elétrica e nem o fornecimento de água encanada.

A população está sem alimentos e a ajuda humanitária, que chega de todas as partes do mundo, objetiva suprir essas carências e as de água. Os hospitais, que haviam na capital Porto Príncipe, foram atingidos e os feridos são atendidos nos barracões improvisados.

O clima é de confusão. As pessoas, em grupos, vagam de um lado para outro das ruas e estradas, sem ter rumo certo. A organização de filas torna-se impossível. Qualquer tentativa de ordenar o caos não obtém sucesso. Quando há distribuição de alimentos ou água, observa-se tumultos e competição.

As pessoas agitadíssimas se apoderam da água e alimentos com avidez chegando a se agredir. O forte cheiro da decomposição dos cadáveres pode trazer mais problemas de saúde. O enterro dos milhares de corpos é dificultado por causa das crenças religiosas que determinariam rituais particulares para cada falecido.

A presidência do Haiti, diante de tamanha tragédida, ocorrida nos 60 segundos que duraram os tremores de terra, resolveu enterrar os corpos das vítimas nas valas coletivas. Até tratores são usados na remoção dos cadáveres.

O Exército Brasileiro perdeu 18 soldados. Dona Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, da Igreja Católica também faleceu em decorrência dos ferimentos causados pelo desabamento do prédio onde ela estava, em companhia de mais 150 pessoas.

O Haiti é um dos países mais pobres das Américas. Desestruturado depois de um longo tempo de conflitos militares, o novo estado tentava se formar recebendo auxílio das Nações Unidas.

As lideranças são precárias. A comunicação social praticamente inexiste. Escolas e a alfabetização não estariam entre as prioridades das diretrizes políticas. “A pobreza é agressiva” disse dona Zilda, ao tomar contato com a situação, logo que chegou ao pais.

A reconstrução nacional levará algum tempo. Planos semelhantes aos utilizados na reconstrução das cidades européias, logo depois da II Guerra Mundial, poderiam ser relembrados.

O terremoto arrasador, que praticamente destruiu o Haiti, durou 60 segundos e chegou a 7,3 graus na escala Richter.

Veja no vídeo a angústia da menina que ficou presa entre os escombros.


As Nações Unidas ajudarão na recuperação do pais

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

"Marrons" atacam brasileiros no Suriname

Um grupo de 100 arruaceiros quilombolas conhecidos como marrons atacou, na noite de 24 de dezembro, 80 garimpeiros brasileiros que viviam em Albina, cidade de 10 mil habitantes, no Suriname. A agressão deixou 14 feridos sendo que sete em estado grave.
Segundo informações da embaixada brasileira, o ataque foi uma retaliação pela morte de um marrom, causada por brasileiro, na mesma noite do dia 24. O garimpeiro do Brasil, que teria praticado o homicídio, encontra-se foragido e a justificativa para o cometimento do crime foi a de que a vítima humilhava os brasileiros moradores no local.
De acordo com a embaixada, os brasileiros nômades, que vivem em Albina morando em barracas de plástico, trabalham ilegalmente no garimpo do ouro e, permanecem clandestinamente no país.
O embaixador José Luis Machado e Costa informou ter havido um ataque brutal aos brasileiros por parte dos quilombolas que estupraram mulheres, feriram muita gente com facões, e destruíram propriedades relacionadas às vítimas.
Depois das agressões as autoridades surinamesas levaram, em dois ônibus, 81 brasileiros para a capital Paramaribo. Os que não se feriram hospedaram-se em hotéis e aproximadamente 30 serão ouvidos pela polícia.
O Suriname é um pais de aproximadamente 500 mil habitantes, sendo que os brasileiros que habitam o local chegam a 18 mil. O Ministério das Relações Exteriores enviou um avião da FAB para resgatar as vítimas.