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domingo, 31 de outubro de 2010

Dilma Rousseff é eleita presidenta do Brasil






A candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando Dilma Rousseff foi eleita hoje presidenta do Brasil. Com expressiva vantagem sobre José Serra do PSDB, Dilma assegura seu lugar na história como a primeira mulher a chegar ao cargo máximo da República.

Agora há pouco, Dilma fez o seu primeiro pronunciamento à nação agradecendo a Deus, ao povo brasileiro e à militância, assegurando que honrará a confiança nela depositada.

A presidenta afirmou ainda que reforçará as instituições republicanas e garantiu que todos terão chances iguais durante o seu mandato.

Dilma garantiu que manterá as portas abertas aos que se dispuserem a servir, a trabalhar pelo Brasil, independente da filiação partidária.

Durante o pronunciamento, transmitido ao vivo pela Rede Globo, durante a programação do Fantástico, os presentes homenagearam o presidente Lula com um coro emocionado.

Dilma Rousseff lembrou ter aprendido com Lula que quando se faz algo útil, em benefício das pessoas menos favorecidas, uma poderosa força vital se levanta em sentido favorável.

O primeiro pronunciamento da recém-eleita presidenta da República durou vinte e cinco minutos, sendo transmitida para milhões de brasileiros.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Os compromissos com o desenvolvimento social





Um governo justo não pode ser só para poucos e bons. O governo justo atende a todos, especialmente aos milhões e milhões de brasileiros que carecem das ações conducentes ao pleno desenvolvimento social.

Esse modelo elitizado, de uma aristocracia monárquica, que ainda se vê agregado ao poder, em algumas cidades brasileiras, tem a característica segregadora bastante acentuada.

Constata-se esse traço próprio da soberba monarquista, quando na viciação das licitações públicas, permite que somente as empresas do próprio grupo vençam-nas.

Em Piracicaba, logo depois que o senhor Barjas Negri (PSDB), foi empossado no cargo de prefeito, uma só empreiteira venceu mais de trinta licitações.

Tivemos também o caso da linha Lilás do Metrô de São Paulo, cuja licitação feita no governo do senhor José Serra, tinha só a aparência de licitude. Na verdade antes mesmo do início do processo licitatório a Folha de S. Paulo já sabia quem o venceria.

Esses crimes favorecem a esse tipo de político condenável, em detrimento de uma população inteira que deixa de ser atendida em seus direitos constitucionais mais básicos.

Não deixa de ser muito próprio do PSDB o agir às ocultas, às escondidas, longe da transparência, longe da luz e aos murmúrios.

Afinal como é possível somente alguns privilegiados vencerem as concorrências, se não houver os crimes efetivados às ocultas e aos sussurros?

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Se Falar é bom, fazer é melhor



O renomado professor, jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC SP), fala neste vídeo que você verá, sobre o porquê a candidata Dilma Rousseff merece o seu voto.

Entre o falar e o fazer, mais útil mostra-se aquele que faz em benefício da sociedade. Dilma já foi ministra, participou do governo do Rio Grande do Sul e comandou programas importantes que trouxeram benefícios para milhões de brasileiros.

Dilma quando estudante, por ser da classe média, neta de fazendeiros em Minas Gerais, não precisava adentrar ao árduo campo da política. Mas a vocação levou-a as lutas sociais, quando então obteve os lauréis que a conduziram ao atual momento histórico.

A candidata petista significa o prosseguimento de todas as obras e programas sociais implantados pelo governo do presidente Lula.

Milhões e milhões de pessoas obterão melhores condições para o estudo, a alimentação, o trabalho, a saúde e o transporte chegando assim a presenciar também mais dignidade.

Se falar é bom, fazer é muito melhor. Veja o vídeo do professor.

domingo, 24 de outubro de 2010

Aquele Abraço


A candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, o governador reeleito do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e o presidente Lula, fizeram uma carreata neste domingo, pelas ruas de Realengo, Zona Oeste do Rio.

Realengo é o bairro que Gilberto Gil eternizou na música "Aquele abraço", cantando "Alô, alô, Realengo".

Dilma postou um recado no Twitter: "Gente, a carreata - que o Sérgio e o Pezão chamam de correata - em Realengo e em Bangu foi o máximo. Rio de Janeiro, aquele abraço!".

Uma fila enorme de carros, vans, motos, bicicletas e muita gente disposta, percorreram os 12 quilômetros até o estacionamento de um shopping em Bangu, bairro vizinho.

Nas ruas, nos portões das casas, no campo de futebol, todos festejaram a carreata que animou Realengo hoje. Lula, Dilma e Cabral acenavam para os moradores de Realengo em um carro aberto levando alegria.

No shopping Dilma resumiu o clima da sua campanha na reta final: "Foi uma coisa maravilhosa, vocês podem ver que é algo que fortalece. Uma energia que sobe e passa pela gente toda. Mostra um final de campanha para cima.”

sábado, 23 de outubro de 2010

Dilma alerta sobre as provocações


A candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando Dilma Rousseff esteve ontem (22/10), em Uberlândia (MG), onde durante o comício, pediu que a militância não aceite provocações na reta final da campanha.

“O meu adversário põe pele de cordeiro e diz que ele representa a continuidade. Vamos lembrar que ele passou oitos anos fazendo a oposição mais ferrenha contra nós. E eu queria avisar vocês que de hoje até o dia da eleição vão tentar criar mentiras, falsidades e calúnias contra minha candidatura”, disse Dilma, no comício.

No palanque ao lado da candidata, o presidente Lula afirmou que é preciso grandeza quando a derrota está próxima e que a “turma da Dilma” não pode ser acusada de patrocinar agressões contra a campanha adversária.

“A turma da Dilma é a turma da paz, a turma que trabalha, que paga INSS, que sustenta esse país. Por isso, se querem disputar as eleições, tenham a grandeza que eu tive. Eu perdi, mas não fiz nenhuma maracutaia para acusar o adversário”, ressaltou Lula, pedindo uma reflexão sobre o futuro do país.

Segundo ele, mais que uma disputa entre Dilma e José Serra, as eleições de 2010 representam uma disputa entres dois modelos de Brasil. “Eu queria que cada mulher e cada homem de Uberlândia lembrassem perfeitamente bem o que era o Brasil em 2003, quando eu assumi a presidência da República. Como era a vida do aposentado, a vida de quem recebia salário mínimo, a vida do trabalhador que queria emprego, a vida do jovem que queria estudar”, ressaltou Lula.

Apesar da campanha do PSDB tentar semear o ódio, lançando mentiras e calúnias, Dilma afirmou que o Brasil é um país democrático, tolerante, e o brasileiro, um povo trabalhador e pacífico. Ela alertou ainda para as falsas promessas apresentadas por José Serra.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Sérgio Cabral fala sobre a importância de eleger Dilma

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, em entrevista ao Dilma 13, na segunda-feira (18/10), falou sobre a importância de eleger Dilma Rousseff presidente. O governador destacou o sucesso da parceria do governo do Rio com o governo federal em ações de combate à violência, saúde e educação.

Para Cabral, eleger Dilma representa a continuidade dessa parceria, que é fundamental ao desenvolvimento e progresso do estado.

Assista aos principais momentos da entrevista transmitida ao vivo, pelo Dilma13, no Rio.



quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Serra ameaça a democracia


Dentre as características da República moderna está a laicidade, isto é, o estado e a religião têm vivências próprias, independentes umas das outras.

José Serra representa uma ameaça para a democracia quando propõe a discussão de temas religiosos, que levariam à teocratização do estado.

Democracia nada mais é do que a criação de direitos e a consagração da garantia dos direitos.

O governo Lula assegurou a criação e a garantia de direitos, especialmente com os programas sociais, econômicos e a política internacional.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Artistas e intelectuais também apoiam Dilma

O Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, não escapou de seu destino. Fundado em 1966, foi palco da resistência à ditadura militar protagonizada pela classe artística e intelectual brasileira. No 18 de outubro de 2010, os personagens voltaram ao palco para mais um ato: resistir ao retrocesso dos tucanos. Com Dilma Rousseff, mestres da literatura e da música, artistas e filósofos defenderam a dignidade reconquistada, a reconstrução do Estado e a soberania nacional.

“É hora de unir nossas forças no segundo turno para garantir as conquistas e continuarmos na direção de uma sociedade justa, solidária e soberana”, diz o manifesto de artistas e intelectuais pela eleição de Dilma.

Estava lá o arquiteto Oscar Niemeyer, com a sabedoria de quem tem um século de vida. Num canto do palco, Ziraldo. Ao seu lado, Hugo Carvana. Chico Buarque dominou a timidez para declarar seu apoio a Dilma, “mulher de fibra, com senso de justiça social”. Para o músico, o governo Lula não corteja os poderosos de sempre.

“Fala de igual para igual com todos. Nem fino com Washington, nem grosso com a Bolívia. Por isso, é respeitado no mundo inteiro como nunca antes na história desse país”, afirmou o criador de "A banda", arrancando risos da plateia.

Deixa a Dilma me levar

Alcione, Margareth Menezes e Lecy Brandão foram as primeiras a chegar. Zeca Pagodinho não foi, mas mandou dizer que está com Dilma. Beth Carvalho empolgou e cantou: “Deixa a Dilma me levar, Dilma leva eu.”

O ex-ministro Marcio Thomaz Bastos levou um manifesto dos advogados. Ganhou um beijo de Dilma. As ausências da economista Maria da Conceição Tavares, do filósofo Frei Betto e da psicanalista Maria Rita Kehl foram sentidas, mas suas assinaturas estavam no manifesto.

Duro, o escritor Fernando Morais bateu nas privatizações feitas pelo PSDB. “Estou com a Dilma porque sou brasileiro e quero o Brasil nas mãos dos brasileiros. Eu sou contra a privatização canibal que esses tucanos fizeram e sei o mal que o José Serra pode fazer para o Brasil.”

Vencer a mentira

Mais suave, mas não menos contundente, o filósofo Leonardo Boff disse que o PSDB faz políticas ricas para os ricos e políticas pobres para os pobres. “A esperança venceu o medo. Agora, a verdade vai vencer a mentira.”

Eram tantos com Dilma, que o sociólogo Emir Sader comentou: “Uma pena o Maracanã estar em reforma.” Ele tem uma avaliação muito a respeito do que está em jogo no segundo turno. "A alternativa a Dilma é obscurantismo, a repressão, o caminho do fascismo", disse, se referindo aos tucanos do PSDB de José Serra.

A candidata à presidência reconheceu nos artistas e intelectuais presentes no ato político as músicas e os livros que marcaram sua vida. No discurso, falou do orgulho que sente das derrotas que sofreu. Ganhou, por outro lado, a capacidade de resistir.

“Quem perde, ganha uma grande capacidade de lutar e resistir. Disso, uma geração não pode abrir mão. Eu tenho muito orgulho das minhas derrotas, que fizeram parte da luta correta”, afirmou Dilma.

Seguir mudando

Hoje, Dilma se orgulha da transformação vivida pelo Brasil nos últimos oito anos. Pelo menos um tabu foi quebrado: era impossível crescer e distribuir renda. “Mudamos a trajetória deste país. Não foram mudanças pontuais.”

Uma delas, segundo a candidata, refere-se ao gasto social. “Hoje, o Estado dá subsídio direto para a população. Faz isso na casa própria e na luz elétrica”, ressaltou Dilma.

Para ela, as mudanças nos gastos sociais combinadas com a geração de emprego permitiram que 28 milhões de pessoas saíssem da pobreza. Mas Dilma quer mais: “O meu compromisso é erradicar a pobreza no Brasil. Ninguém respeita quem deixa uma parte de seu povo na miséria”.

Outro compromisso é dar a riqueza do pré-sal aos brasileiros e não entregá-la “de mão beijada” para as empresas estrangeiras. “Nós temos de ter memória. Também está em questão nesta eleição o que eles farão com o pré-sal”, alertou Dilma. Ela prometeu não errar. E decretou: “Mulher sabe, sim, governar.”

A plateia aplaudiu de pé o discurso de Dilma. Na saída, um jovem artista amador definiu: “Mais uma noite histórica no Casa Grande.”

Veja Dilma Rousseff sendo entrevistada por Willian Bonner e Fátima Bernardes, no Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Dilma assiste missa no Santuário Nacional

A candidata à Presidência da República pela Coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, participou na segunda-feira (11/10) de uma missa no Santuário Nacional de Nossa Senhora de Aparecida, em Aparecida (SP). Logo depois, concedeu uma entrevista coletiva onde reafirmou que incrementará investigações sobre corrupção no governo federal.

“Acho que, de fato, essa questão (o combate à corrupção) vai contribuir para que o país melhore. Não vou deixar pedra sobre pedra e vou investigar todos os malfeitos no governo federal”, garantiu ela.

A Reforma Política é necessária para resgatar valores e mudar algumas práticas comuns na política nacional, a fim de que a sociedade brasileira evolua, assim como o Produto Interno Bruto (PIB).

“O Brasil precisa hoje também de uma melhoria nos padrões éticos e morais, e necessita, para transformar-se numa sociedade desenvolvida, que a gente valorize a relação da nação com valores culturais, éticos e morais", disse. "É um todo, que começa no combate ferrenho à corrupção. É importante perceber que não haverá impunidade.”

Preconceito

Dilma novamente foi firme ao desautorizar qualquer pessoa a classificar o tamanho da sua crença em Deus.

“Eu acho que ninguém tem o direito de dizer qual é a minha crença. Ninguém tem esse direito. Quem pode julgar sobre crença religiosa é Deus. Eu fui, por opção, para um colégio de freiras, naquela época eu queria fazer a primeira comunhão. Estive nele até o final do ginásio. Os caminhos que sua vida toma faz atalhos e desvios, mas sempre te leva de volta para o seu caminho", disse.

Segundo ela, "o processo recente por qual passei me fez retomar várias coisas que estavam dentro de mim. E isso diz respeito a mim e não autorizo e não legitimo ninguém a falar sobre isso. É o cumulo do preconceito”.

Veja imagens da Dilma em Aparecida, assistindo a missa.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dilma adverte Serra sobre calúnias

A candidata Dilma Rousseff advertiu seu adversário, José Serra, durante o primeiro debate entre os candidatos, que disputam o segundo turno das eleições presidenciais, sobre a campanha que objetiva atribuir-lhe a autoria de supostos crimes, ocorridos com a quebra do sigilo fiscal, de pessoas ligadas ao PSDB.

É inegável a existência de irregularidades na violação das informações da Receita Federal na agência de Mauá em São Paulo. Entretanto atribuir a autoria do delito a Dilma ou aos membros da sua campanha eleitoral, sem elementos comprobatórios, é praticar o crime de calúnia e difamação. Por esse motivo José Serra está sendo processado pelo Ministério Público.

“Você tem de ter cuidado para não ter mil caras, Serra, porque a última mentira e calúnia contra mim ocorreu no caso em que vocês diziam que a minha campanha tinha aberto sigilo. Hoje você é réu em crime de calúnia e difamação. Você está dando os primeiros passos na questão da ficha limpa”, alertou a candidata.

De fato, no dia 21 de setembro, o Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça Eleitoral, a instauração de inquérito na Polícia Federal para que o candidato José Serra seja ouvido sobre as acusações feitas contra a campanha de Dilma Rousseff de envolvimento com a quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB. O objetivo do pedido é que Serra apresente provas de suas acusações de que Dilma e o PT “atentaram contra a democracia” e praticaram “jogo sujo”, “espionagem” e “chantagem”.

Para Dilma, uma candidatura à presidência da República tem por objetivo, discutir valores e projetos, engrandecendo o Brasil. “A única coisa que seu vice, Índio da Costa, faz é criar e organizar grupos para me atingir até com questões religiosas, num país que é conhecido por sua tolerância”, lamentou.

Dilma repudiou a acusação feita por Monica Serra, esposa de José Serra, que declarou, num evento com o vice Índio da Costa, que a candidata petista seria "a favor de matar criancinhas”. “Acho gravíssima a frase da sua senhora. O Brasil está habituado com o processo de tolerância, em que árabes e israelenses sentam à mesma mesa. Este país não tem ódio religioso, nem étnico, nem cultural. Evangélicos e católicos estudam nas mesmas escolas. Repudio esta campanha que está sendo feita”, disse Dilma.

Aborto

Dilma lembrou ainda que, como ministro da Saúde, José Serra regulamentou o aborto no SUS (Sistema Único de Saúde), para que as mulheres não morram ao tentarem interromper a gravidez usando métodos primitivos. “Estou sendo acusada de coisas que você regulamentou, como o acesso ao aborto no SUS.”

Veja imagens de Dilma durante o debate na Band.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Serra e Dilma participam do debate na Band

Aconteceu na Rede Bandeirantes, na noite de ontem, domingo (10/10), mediado pelo jornalista Ricardo Boechat, o primeiro debate, do segundo turno, da eleição presidencial. O encontro foi distinguido por arguições entre os participantes, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), que adotaram postura mais sincera em relação aos encontros realizados no primeiro turno.

Dilma declarou ser vítima de manifestações difamatórias e caluniosas do partido tucano e de seu vice, o deputado Indio da Costa (DEM).

Serra respondeu que Dilma se vitimiza e que ele também teria sido vítima da campanha da petista. O tucano declarou que Dilma não deixa claro suas posições, como sua visão sobre a descriminalização do aborto. A petista reafirmou que, para ela, o tema deve ser tratado como questão de saúde pública. “Entre prender e atender, eu prefiro atender”, declarou a candidata.

Serra erra

Logo na primeira parte do confronto, Serra lembrou as ocorrências na Casa Civil, que levou à demissão, a ex-ministra Erenice Guerra, e disse que, no início das acusações, a petista se referiu ao caso como uma “campanha orquestrada”. Dilma ressaltou que Serra precisa parar de fazer acusação sem provas e o alertou que ele já está inclusive sendo processado por espalhar calúnias. “Você tem de ter cuidado para não ter mil caras, Serra, porque a última mentira e calúnia contra mim ocorreu no caso em que vocês diziam que a minha campanha tinha aberto sigilo (fiscal de adversários). Hoje você é réu em crime de calúnia e difamação. Você está dando os primeiros passos na questão da ficha limpa”, disse ela.

Dilma questionou o adversário sobre o caso de seu ex-assessor Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, que segundo ela, teria desviado mais de R$ 4 milhões da campanha do tucano. Serra não comentou o suposto crime.

Quando disse que o Serra “não é o cara, mas tem mil caras”, Dilma arrancou risadas da plateia e dos jornalistas. Serra provocou risos de ironia, no mesmo público, quando comentou que “não havia problemas graves de segurança em São Paulo”.

Para o senador reeleito Delcídio Amaral (PT-MS), a candidata “deu um show de bola" e caminha para a vitória. “Foi o melhor debate da Dilma, sem dúvida. Muito firme, clara, concisa, foi para cima. Ela criou efetivamente as situações que nós esperávamos para fazer confrontação de projetos com o Serra. E ela agiu de forma determinada e especialmente com relação a essa rede de intrigas que montaram com relação a ela”, comentou.

Para o governador eleito do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, não restou dúvida que Dilma saiu vitoriosa do embate. “O debate foi excelente porque ambos os candidatos desnudaram sua personalidade política e seus compromissos programáticos. Ficou clara a questão de quem é que tem políticas sociais, qual é a postura sobre as privatizações. E “o que eu fiz no verão passado”. Ou seja, o que a Dilma fez nos últimos oitos anos e o que o Serra fez. Isso ajuda o eleitor a se definir”, analisou.

Veja o vídeo da entrevista de Dilma logo depois do fim dos debates.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A mulher no poder

A candidata da coligação, Para o Brasil Seguir Mudando, à presidência da República, Dilma Rousseff, acompanhada do governador reeleito do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, dos senadores recém-eleitos Crivella e Lindberg Farias, deu início à sua campanha no segundo turno, com uma carreata ontem (06/10), pelas ruas de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

“Eu quis começar por aqui porque iremos priorizar duas questões muito importantes: o tratamento de água e o esgotamento sanitário. E aqui na baixada nós fizemos um esforço muito grande, porque durante muitos anos a baixada ficou sem os investimentos que beneficiariam a vida concreta das pessoas”, disse ela sobre o compromisso assumido de investir no saneamento básico, levar as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), e tratamento de água.

“Nós voltamos a investir e vamos assumir um compromisso com a baixada que é o mesmo que assumimos lá na cidade do Rio de Janeiro, que é o programa das UPPs. Nós iremos levar para a Baixada as Unidades de Polícia Pacificadoras que estão dando tão certo lá no Rio de Janeiro. Trazer para cá significa melhoria das condições de vida da Baixada. O que interessa é a qualidade de vida das pessoas e a segurança é uma questão central nisso”, detalhou ela.

A carreata da Dilma foi uma das mais emocionantes da campanha. Homens e mulheres trabalhadores pararam momentaneamente suas atividades no comércio para acenar à candidata.

Os moradores também saíram às ruas e disseram que estão com Dilma.

Os mais de 10 quilômetros percorridos pela candidata estavam repletos de gente pelas calçadas, empunhando bandeiras, mandando beijos e força para a petista. Em alguns lugares, multidões esperavam pela passagem da Dilma. Foi uma demonstração de que os fluminenses estão com a petista no segundo turno.

Questionada sobre a queda do dólar frente ao Real, Dilma disse que não é necessária uma intervenção no câmbio. Segundo ela, no longo prazo é preciso reduzir a relação entre dívida pública e Produto Interno Bruto (PIB), que explodiu para 60% no governo FHC e despencou para 40% no governo Lula. A meta da Dilma é reduzir essa relação para o patamar dos 30%.

“Queria dizer o seguinte, eu considero que ajuste fiscal não tem uma relação direta com o câmbio. A questão do câmbio tem relação com os Estados Unidos e com o fato de eles ainda estarem numa crise profunda. E isso não vai ser resolvido por ajuste fiscal no Brasil”, explicou.

A solução para câmbio, segundo Dilma, é dar mais competitividade para a indústria nacional ”tanto pela Reforma Tributária e pelo processo de melhoria do endividamento público” afirmou. Ela defendeu também o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), estabelecido pelo Ministério da Fazenda, porque impede que o mercado tome atitudes especulativas contra o Real.

Veja no vídeo alguns momentos da carreata da Dilma na Baixada Fluminense.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Sob as águas do batismo

Sob as águas de uma chuva que lembrava as do batismo, mais de 10 mil pessoas se reuniram ontem (27/09), no comício petista do Sambódromo, realizado na cidade de São Paulo. Estiveram presentes Dilma Rousseff, Lula, Aloízio Mercadante, Netinho de Paula dentre outros representantes da classe dirigente.

“Nós estamos aqui debaixo dessa chuva, a seis dias da eleição, e temos que lembrar desse encontro que temos com a democracia a seis dias. Nós vamos mais uma vez mostrar que esse país democrático sabe fazer suas opções. Eu espero que no próximo domingo o povo de São Paulo escolha a continuidade da mudança e do avanço elegendo a primeira mulher do Brasil”, disse Dilma iniciando sua fala.

Dilma assumiu, com os eleitores, o compromisso de acabar com a miséria no país, de dar educação e saúde de qualidade para o povo brasileiro, de evitar que as crianças e jovens sejam vítimas do crack e de transformar o país num país de classe média pujante.

No final do seu discurso a petista rogou aos brasileiros: “Primeiro eu quero pedir serenidade, porque temos propostas, estamos no caminho certo. Serenidade porque ninguém pode tirar a gente do rumo e do prumo. E quero pedir determinação para ir às ruas e buscar até o último voto. Determinação para ter a vitória no dia 3 de outubro. O amor pelo povo brasileiro vai fazer dessa vitória uma vitória da paz e da alegria”, disse ela.

Falando sobre a eleição de Dilma Lula afirmou que “É eleger uma companheira que sabe os dissabores de ter lutado contra o regime autoritário para poder garantir o dia de hoje. Essa moça aos 20 anos de idade foi para luta para conquistar a democracia nos anos 70. E a luta daqueles que morreram lutando por democracia vai ser consagrada no dia 3 com a eleição de Dilma para presidente da República”, salientou.

“É preciso acabar com essa história de tucanos governarem São Paulo. Está na hora de colocar uma estrela para governar”, disse Lula, durante sua manifestação. Segundo ele, não há mais porque os eleitores de São Paulo continuarem escolhendo candidatos do PSDB, que não melhoraram em nada a educação nos últimos 16 anos em que governaram o estado, afirmou Lula ao pedir votos para Aloízio Mercadante.

“Não são vocês que têm que me agradecer. Sou eu que, quando deixar o governo, vou ter que agradecer a força e a ajuda que o povo brasileiro me deu nesses oito anos de governo”, respondeu Lula à mensagem gravada em letras grandes, numa bandeira vermelha, que cobria milhares de militantes: “Valeu Companheiro Lula”.

Relembre alguns instantes da venda das ações da Petrobras. Esse fato possibilitou a capitalização da empresa, que explorará as jazidas de petróleo do pré-sal. Veja o vídeo.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Marta visita Sindicato dos Taxistas

A candidata do Partido dos Trabalhadores ao senado federal por São Paulo, Marta Suplicy, visitou na manhã de ontem (20/09), o Sindicato dos Taxistas de São Paulo.

Acompanhada por Jilmar Tatto e Josias Lech, dois personagens importantes na área de transporte, durante sua gestão quando prefeita de São Paulo, Marta foi recebida pelo presidente Natalício e outros integrantes da diretoria.

Jilmar Tatto foi Secretário Municipal de Transportes e é atualmente candidato a deputado federal; Josias Lech foi diretor do departamento de transporte público da capital, sendo hoje vereador pelo PT de Campinas.

“A categoria tem todo o respeito e carinho por Marta: 95% votam em Marta Senadora”, afirmou o presidente Natalício. Estima-se que o Sindicato tem 33.700 taxistas associados na cidade de São Paulo.

Natalício lembrou ainda que a classe tem uma dívida com a Marta prefeita. Ela iniciou o diálogo com os taxistas, durante sua gestão na prefeitura, e estabeleceu um relacionamento bastante amistoso.

Para priorizar o transporte público, facilitando a rotina dos taxistas, Marta criou os corredores de ônibus que também são utilizados pelos táxis.

No encontro Marta recordou que deixou projetados 300 km de corredores de ônibus, quando foi prefeita, e que esse projeto não foi levado adiante nas gestões seguintes.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Bico grande para falar e pequeno para fazer

A candidata da coligação para o Brasil Seguir Mudando Dilma Rousseff e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participaram de mais um comício com milhares de pessoas, agora em Campinas (SP), a nona cidade mais rica do país.

Dilma falou diretamente com a plateia no Largo do Rosário, em Campinas fazendo uma avaliação sobre que tipo de país as pessoas devem escolher nos próximos quatro anos. “Vamos decidir o rumo do Brasil, para onde esse país vai. Nós queremos aquele país do desemprego? Não [respondia junto com os eleitores]. Nós queremos aquele país da desigualdade? Não [disse novamente com a militância]. Aquele país que ninguém tinha chance de subir na vida? Não. Nós queremos aquele país que deu chance para as pessoas”, completou.

“Esse legado de justiça social, de desenvolvimento e respeito ao meio ambiente. Vou seguir um conselho que o Lula me deu: olha, você sabe que o difícil não é governar, o difícil é governar com o coração cuidando do povo brasileiro. Para cuidar do povo brasileiro tem que ter lado e saber de que lado você está. Nós sabemos de que lado estamos. Estamos do lado dos 190 milhões” disse a candidata ao comentar sobre o legado do governo Lula.

O candidato a vice, deputado Michel Temer (PMDB-SP), fez questão de ressaltar a importância da festa popular: “Quando eliminamos o showmício, todos os deputados disseram que não haverá mais comício nesse país. Mas o governo Lula foi tão benéfico e grandioso que os comícios se repetem pelo show do governo Lula”, disse.

O presidente Lula condenou o comportamento da oposição nessa eleição. Segundo ele, os tucanos têm agido com soberba e empáfia, assim como fizeram quando estavam no governo.

“Não tem nada que faça um tucano sofrer mais do que a gente mostrar que eles tem bico grande para falar e bico pequeno pra fazer. Eles não gostam de comparação, odeiam que a gente mostre o que eles fizeram e o que nós fizemos. Os tucanos nunca receberam os trabalhadores, os estudantes. Os tucanos não ouvem. Eles não têm ouvido. Eles só têm bico e bicam, bicam”, disse Lula, durante o discurso.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Netinho, Marta, Dilma e Mercadante visitam Paraisópolis

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo e à presidência da República, Aloízio Mercadante e Dilma Rousseff respectivamente, estiveram ontem, domingo (12/09), no bairro Paraisópolis, zona sul da capital paulista.

Mercadante e Dilma mantiveram contato com os moradores da comunidade e seus representantes (União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis). Da visita também participaram Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PC do B), que concorrem a vagas no senado federal.

Uma das inúmeras queixas dos habitantes refere-se à aprovação automática nas escolas, que pedem para ser extinta. Outra reinvindicação é um hospital regional.

“São mais de 80 mil famílias e só tem uma Unidade Básica de Saúde. O Programa da Família não atinge toda a comunidade e a demanda é muito grande. Eles estão com uma mobilização muito intensa pelo hospital que está no meu plano de governo. Estamos definindo oito hospitais regionais e entre eles está o de Paraisópolis”, afirmou Mercadante sobre o assunto.

Dirigindo-se aos moradores e a seus representantes locais, Dilma garantiu ter encontrado uma comunidade com a consciência de que tem um trabalho grandioso de alfabetização. “Encontrei uma comunidade com consciência que tem um trabalho fantástico de alfabetização. De 15 mil pessoas eles conseguiram alfabetizar três mil”, disse ela.

Agora veja alguns momentos da visita de Aloízio Mercadante, Dilma Rousseff, Netinho de Paula e Marta Suplicy aos moradores do bairro Paraisópolis, situado na região sul da cidade de São Paulo.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Coca Ferraz garante destinação de verba federal

Coca Ferraz (PDT), vice da chapa de Aloízio Mercadante (PT), que concorre ao governo do Estado de São Paulo, visitou ontem (09/09), a cidade de Birigui, onde caminhou e conversou com o interventor da Santa Casa de Misericórdia Fábio Dutra Bertolin.

Na ocasião, o interventor disse que de acordo com auditoria realizada pelo DENASUS (Departamento Nacional de Auditoria do SUS), o governo do PSDB no Estado deixou de aplicar, apenas entre 2006 e 2007, cerca de dois bilhões de reais na saúde pública. “Esse dinheiro já havia sido liberado pelo governo federal e o estado não deu destinação. E isso com a saúde do jeito que está, com filas imensas e atendimento precário”, disse Bertolin.

Em resposta Coca Ferraz mostrou disposição para mudar essa deficiência. “No governo Mercadante esse tipo de situação não se repetirá. Governaremos em sintonia com a presidenta Dilma, garantindo destinação para cada verba federal liberada. Não é possível que o povo pague por decisões motivadas por política”, garantiu o vice de Mercadante.

Outro problema detectado foi a crescente perda das indústrias de calçados infantis da região, para algumas cidades de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. “O governo Mercadante não irá permitir que as cidades paulistas percam em competitividade para os outros Estados. Vamos garantir os incentivos necessários para que as empresas não deixem São Paulo”, garantiu Coca Ferraz.

Veja no vídeo, alguns momentos do comício que o candidato ao governo do Estado de São Paulo, Aloízio Mercadante (PT), fez ontem (09/09), na zona sul da capital.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Coca reconhece apoio do prefeito de Tanabi

O prefeito de Tanabi José Francisco de Mattos Neto (DEM) quebrou as amarras e ficou famoso justamente por contrariar a decisão de seu partido, e apoiar as candidaturas de Dilma Rousseff à presidência da república, e de Aloizio Mercadante ao governo de São Paulo.

Ontem quarta-feira (08/09), em Tanabi, diante do vice de Mercadante, Coca Ferraz, José Francisco reafirmou tudo o que dissera antes.

“A Dilma será eleita em primeiro turno. E é muito importante que o Aloizio Mercadante seja o próximo governador de São Paulo. Como senador ele ajudou muito Tanabi e o estado. E tenho certeza de que no governo ele ajudará ainda mais”, garantiu o prefeito José Francisco de Mattos Neto.

“Aqui em Tanabi, cerca de 80% dos recursos para obras que recebemos são federais. Nunca fomos desprezados por sermos de partidos distintos”, finalizou o prefeito eleito pelo DEM.

“Ele reconhece que temos os melhores projetos e as melhores propostas. A coragem dele em apoiar as candidaturas de Dilma e Mercadante demonstra preocupação com seu país, seu estado e sua cidade. Hoje, mais cedo, em Santa Fé do Sul, recebemos o mesmo tipo de elogio ao governo federal. O compromisso de Mercadante é trazer esse projeto de governo participativo para São Paulo” reconheceu Coca Ferraz.





quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A vez das estrelas

Se não nos preocuparmos uns com os outros e não nos proporcionarmos o pleno desenvolvimento tanto na área educacional, quanto nas de bem estar, nossa plenitude como nação será incompleta.

Mas, ninguém melhor apetrechado do que o governo sensível de um estado, para atender a essas demandas do seu povo.

São indispensáveis a escola boa para as crianças, o zelo pelos mais idosos, a facilitação das coisas para o empreendedor e, acima de tudo, o respeito pelas verbas públicas.

Há administradores que se esfalfam dedicando-se à matéria inanimada. Enquanto isso a cidade padece com a ineficiência do ensino e do atendimento, nas repartições destinadas à saúde da população.

O professorado paulista precisa de melhores gestões dos assuntos relacionados aos salários, enquanto que a volta dos boletins escolares, instigaria mais dedicação no aprendizado.

A questão do respeito mútuo, entre professores e alunos, carece também da atenção, das novas propostas das diretrizes populares.

O comércio de uma cidade estaria revigorado se a incidência dos impostos estaduais não fosse tão marcante.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O jeito petista de governar

Essas discussões inócuas, sobre os problemas na Receita Federal, que não prejudicaram a ninguém, não deveriam ocupar tanto espaço midiático.

A tentativa do PSDB de asfixiar a vitalidade juvenil petista, atraída pelo mau caratismo opressor, a esse quarto longínquo e periférico, só pode revelar as más intenções contidas num crime premeditado.

Meu amigo Rubens é quem estaria certo. Pra ele “tinha que pegar o agente dessa maldade sufocante e aplicar-lhe as penas cabíveis”, disse-me na semana passada, num encontro diante do balcão da pastelaria, no mercado municipal.

As acusações injustas assemelham-se àquele ato que desvia a vida de uma pessoa jovem; tanto a imputação de crime quanto o assassínio devem ser punidos; se não o forem desencadeariam avalanches semelhantes.

Essa tentativa de estrangulamento, promovida por agentes peessedebistas, demonstraria a impotência eleitoral vergonhosa, diante da qual não vislumbraram outra saída, que não fosse o delito cometido.

Pode o meu nobilíssimo leitor notar que não é crime o acesso aos dados dos contribuintes, na Receita Federal, por pessoas investidas dessa função.

Mas dizer publicamente, que as atitudes praticadas são ilegais e apontar os supostos responsáveis, indica a má fé de quem o faz. O objetivo dessa denunciação caluniosa é tentar manchar a honra do partido que se destaca na preferência do eleitorado.

Desmerecer o outro, justificar a própria incapacidade com os supostos vícios do adversário, seria uma sentença condenatória inapelável para quem não tem tantas propostas exequíveis e nem satisfatórias à população.

Essa forma obscura, opaca e confusa de conduzir, inserida no programa partidário do PSDB, é que garante o sucesso do jeito petista de governar.

Agora veja no vídeo abaixo, alguns momentos da caminhada que o candidato do Partido dos Trabalhadores, ao governo do Estado de São Paulo, Aloízio Mercadante fez no bairro da Saúde, na segunda-feira, (06/09).