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terça-feira, 5 de abril de 2011

Assassinos Invadem e Empastelam Blogs



                                               É inquestionável que quando um deputado federal, exercendo o poder que tem, trafica influência nos cartórios e delegacias de polícia, em favor de um eleitor, coloca em dúvida a parcialidade dos agentes públicos envolvidos.
                    Você pode até concluir que o parlamentar é um autista ou débil mental, se ao invés de usar o direito de resposta, a seção de comentários dos blogs, ou mesmo as vias judiciais para questionar as publicações que se referem a si, o deputado invade e empastela os veículos de comunicação.
                    Agindo assim, “pelas beiradas”, o tal parlamentar não demonstra nada além do que a total incapacidade de aproximar-se e conversar com os autores dos supostos “desacatos”.
                    Ora, político que não dialoga com o cidadão eleitor, não pode resolver os problemas surgidos na comunidade. Atuando dessa forma sub-reptícia, o tal “político” só contribuirá para o recrudescimento dos conflitos.
                    Não interessa para as comunidades as pendengas desgastantes e a total irresponsabilidade de alguns desses senhores, que ocupam atualmente, os cargos públicos eletivos.
                    Que raio de político é esse que evita a conversa, o dialogo e a tentativa de acerto com quem julga ser seu adversário?
             Como é que pode o eleitor comum não acreditar que essa espécie de louco só conseguiu permanecer vinte ou trinta anos, nos cargos eletivos, graças aos votos adquiridos a peso de muito dinheiro e tráfico de influência?

domingo, 16 de agosto de 2009

Os xerifes do quarteirão

Quando um quarteirão está sob as influências malignas daquelas pessoas que se sentem os xerifes do lugar, podemos presenciar alguns frutos das suas ações: calçadas sujas, árvores podadas ou mortas, muros queimados, pixados e provocações inúmeras.

Percebe-se também, nos vizinhos de boa índole, a incidência de doenças tais como a depressão, o câncer e as cardíacas.

Os chamados xerifes do quarteirão, não chegam a distinguir os comportamentos dos seus contíguos. Ou seja a implicância com alguém ocorre não por ser ele (esse alguém) muito mau ou prejudicial à coletividade.

A implicância nasce por diferenças de costumes. Por exemplo: se os xerifes do lugar que têm o hábito de beber, fumar e consumir drogas reunidos defronte suas casas, não forem imitados por algum desavisado que chegou ao trecho, instala-se contra ele uma verdadeira campanha expurgatória.

Os xerifes podem até ter parentes frequentadores das igrejas e por isso mesmo, se não houver atenção, a boataria defenestrante pode recrudescer. Geralmente os xerifes cruéis de um lugar não crêem em Deus.

Os malignos podem até freqüentar os cultos e celebrações, mas nota-se que logo reiniciam suas arengas hostis contra quem não conseguem nutrir simpatia. É uma questão de química. Os semelhantes se atraem. Ou melhor: os pássaros de penas iguais andam juntos.

Portanto para que não haja tanta discórdia você deveria participar das rodas de bebedores, fumar sua maconhazinha de vez em quando e, tragar mostrando satisfação no seu rosto, a fumaça cinza daquele cigarro paraguaio que podem lhe oferecer.

Então só assim, digamos “vibrando na mesma freqüência” haveria mais aceitação e menos embates entre as preferências.

É conhecidíssima a noção de que “pau que nasce torto, morre torto”, ou em outros termos, que os maldosos seguem com suas maldades até o final. De que adianta você banhar o porco, preocupando-se com a sua higiene? Ele não retornaria logo para a lama?

Quem poderia impedir os cães de voltarem para os seus próprios vômitos? É assim com o bêbado, com o usuário de drogas.

Você pode não se preocupar em tirá-lo da imundície na qual se encontra. Mas com muita certeza, ele se preocupará em trazer você para o lado promíscuo em que se acha.

Para você entender alguém, saber realmente quem ele é, basta ver o que ele faz ou diz. Pode uma árvore ruim dar bons frutos? Se o quarteirão vive sujo, as pessoas ao redor estão doentes, a conclusão sobre as influências dos xerifes no trecho podem não ser das melhores.

Em alguns quarteirões a maioria da violência que se pratica é a verbal. São raras as hostilizações físicas tais como espancamentos cometidos por famílias inteiras e até apedrejamento. Quando isso ocorre você pode concluir que os agressores agem assim por não dispor de qualquer outro argumento que possa defender as posições condenáveis.

Uma cidade só será próspera e feliz quando os xerifes cruéis dos quarteirões tiverem suas ações malignas, praticadas nas trevas, conhecidas pela sociedade toda. É bom relembrar que os políticos insensatos que protegem os agressores morais terão a mesma sorte que eles.

Se Deus é amor, podemos concluir que os xerifes prezadores do assédio moral não conseguiram ainda chegar até Ele e, que as influências no quarteirão são mesmo feitas pelos tais adoradores das trevas.


Fernando Zocca.




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