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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Perdoando os devedores


Insentatez é construir castelos com dinheiro alheio
Nunca antes na história deste blog percebeu-se tanto os desejos de verem-no deletado.

As pobres almas sofredoras, que assim se manifestam, sabem que existem no mundo bilhões e bilhões de blogs; entretanto, por evidenciarem o nosso, algumas culpas indisfarçáveis, preferem-no vê-lo desaparecido, como se isso, remisse também os muitos pecados cometidos.

Com a publicidade você proporciona ao mundo a sua versão da história, que muita vez, não é essa que pregam por aí, aos cochichos, às ocultas, na calada e nas trevas da noite.

O cinismo dos ímpios é tanto que chega a atribuir à vítima de uma apropriação indébita, o cometimento de crimes ou de ser ela portadora de afecções espirituais.

Esse defeito moral, produtor de comportamentos lesivos, pode ter sua origem na infância, quando ainda se definia os padrões da sexualidade.

Situações mal resolvidas, que geraram sentimentos e sensações sedimentadoras de opiniões equivocadas, conduziram sem dúvida, à formação de personalidade mórbida, doentia, capaz de danar com o patrimônio alheio.

Então, quando há, por exemplo, a prática de uma apropriação indébita, com a qual o réu objetiva pagar suas dívidas, ele certamente sabe que contrai outra maior ainda, e que a morte do espoliado, não o livrará das consequências funestas.

Uma atitude bem correta que se espera de quem ficou com o que não era seu é a de procurar o credor e firmar com ele um acordo, antes que os equívocos todos o mandem para a prisão, de onde não sairá até que pague o último centavo.



segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

O Trabalho Liberta



Auschwitz-Birkenau: os prisioneiros chegavam de trem e dormiam nos beliches. Depois, para os supostos banhos coletivos, eram conduzidos aos banheiros, onde ao invês de água, dos chuveiros saia gás. Os corpos eram incinerados nos fornos (foto: JACEK BEDNARCZYK/lusa)






A polícia polonesa garantiu hoje, segunda-feira, que os cinco presumíveis autores do roubo da placa metálica com a inscrição em alemão "Arbeit Macht Frei" (o trabalho liberta), do campo de concentração de Auschwitz, não são neonazistas. Informou hoje o site Jornal de Notícias de Portugal.


"Segundo as informações que possuímos, nenhum dos cinco pertence a qualquer grupo neonazi e nem defende tais ideias", declarou à imprensa Andrzej Rokita, chefe da polícia da região de Cracóvia, sul da Polónia.

A polícia anunciou domingo à noite que encontrou a placa com a inscrição, cortada em três partes, no norte do país e que deteve os cinco homens prováveis autores do furto; eles têm idades entre 25 e 39 anos.

A polícia polaca havia prometido uma recompensa de 5.000 zlotys (1.200 euros) por informações que ajudassem a encontrar a inscrição e a deter os culpados.

A Alemanha nazi exterminou, entre 1940 e 1945, em Auschwitz-Birkenau, cerca de um milhão de judeus.

Os prisioneiros chegavam de trem, dormiam em beliches e nos banheiros, para onde eram conduzidos, para os supostos banhos coletivos, ao invês de água, saia dos chuveiros, o gás que matava centenas de uma só vez. Os corpos eram depois queimados nos fornos.