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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Um mistério chamado Carolina Dieckmann

Creio que estão sendo muito rigorosos nessa análise da atuação da Carolina em Passione. São opiniões pessoais cruéis contrárias à atriz. Isso não significa que ela não tenha mesmo valor ou que inexistam fãs seus por todo o Brasil.

Há uma tremenda má vontade disposta contra a profissional. Ela tem valor e muito; tanto é assim que ocupa o lugar desejado por milhões de pessoas, por milhares de atrizes.

Se Dieckmann não tivesse nada com que presentear o público, das novelas em que atua, certamente não entraria diariamente na casa dos milhares de apaixonados pelas tramas, enredos e situações apresentadas.

A novela é um retrato da sociedade em que vivemos. Os atores são produto do meio em que vivem. Ninguém que não tivesse valor estaria onde está. Há motivos de sobra para terem e curtirem a chance que receberam.

Muita gente discorda, com veemência, das palavras ditas na crítica apresentada por Jorge Brasil.

Haveria alguém mais habilitado, que o autor da novela, para dizer ser a atriz incapaz de acrescentar algo aos seus personagens?

Se o Silvio de Abreu quisesse um quê a mais, caracterizador da Diana, você não concorda que ele deixaria isso bem expresso, bem claro?

A implicância pessoal gratuita não caberia numa análise isenta, idônea da atuação de qualquer profissional.

Imagine como Renata Sorrah comporia personagens que não fossem problemáticas, neuróticas e loucas. E você acha que ela não teria cabedal para fazer isso?

É claro que sim.

O repertório de esgares, que Dieckmann apresenta é o suficiente na caracterização da personagem. Se este tivesse um tique, um trejeito diferenciador, ele seria pedido no texto.

"Queixo trêmulo", "olhar pidão", "nariz empinado" e "voz de coitadinha" ninguém via em Açucena.

Não há como agradar a todo mundo. Isso é verdade. Brigas e discussões, numa trama, são sentidas de forma diversa pelo público. Há os que se percebam envergonhados, mas há também quem sinta ódio, medo, e desejo de punição.

O despertar simpatia é bastante subjetivo. Atraem-se os iguais. Simpatizam por Clara aqueles que possuem algo semelhante a ela.

Não podemos comparar atrizes com tempos diferentes de atuação, sem cometer equívocos no julgamento. Como seriamos imparciais ao confrontar Murilo Benício a Francisco Cuoco? Ambos têm características peculiares que os tornam requisitados.

Pode haver engano, na afirmação de que Dieckmann sofra representando Diana. Talvez a Diana perfeita fosse aquela que usasse cabelos curtíssimos, óculos de grau e trabalhasse numa revista.

Às vezes ocorre que, por sermos eficientíssimos na profissão, julguemos, sem acerto, todos os demais colegas fracos e inseguros. Mesmo que sejam atores, representando alguém que nunca foram.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Carol Dieckmann volta às telas

Os fãs de Carol Dieckmann aguardam ansiosos a estréia da próxima novela das oito. É Passione escrita por Silvio de Abreu e dirigida por Denise Saraceni.

Carolina encarna Diana, uma estudante de jornalismo que está dividida entre Gerson (Marcello Antony) e Mauro Santarém (Rodrigo Lombardi).

Irene Ravache viverá Clô, esposa de Olavo (Francisco Cuoco), uma típica emergente que usa roupas das melhores lojas, sempre num tom a mais do que deveria. Por ser casada com o dono de uma empresa de reciclagem de lixo, muitos a chamam de “Rainha do Lixo” fazendo-a sofrer.

Além de Carol Dieckmann fazem parte do elenco atores e atrizes consagradas como Fernanda Montenegro, Maitê Proença, Mauro Mendonça, Mariana Ximenes, Reynaldo Gianicchini, Irene Ravache e Francisco Cuoco.

Passione estréia no dia 17 de maio de 2010.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Meus óculos

Para dar a mim, que me guiava, a visibilidade traseira, adaptei na armação dos meus óculos dois minúsculos espelhos. Eles iam fixos logo abaixo das hastes que faziam a conexão com as lentes.

Tal invento proporcionava a observação dos pilotos fortemente municiados que no comando dos últimos Messerschmitt, ainda tentavam sustentar aquele fogo já em vias de extinção.

O assédio todo se originara numa quizila que se tornara pendenga jurídica, que por sua vez, descambava agora, para a persecução envolvendo a turma toda daquele suposto credor.

Como nunca havia negado o crédito ao perseguidor, mantinha-me na defesa, até o momento em que as tropas aliadas chegassem, trazendo os reforços com os quais pudesse solver todos os vazios deixados.

Mas vivia momentos insólitos. Em ondas justapostas de ataque, os Stukas eram sucedidos por enxames de ME 109, que saídos assim como que do nada, despejavam as metralhas verbais de munição explosiva.

Por isso tinha que usar toda a imaginação, com que fora agraciado por Deus, na defesa da integridade própria.

Meus amigos, os aliados Alan Brado e Alan Bique deixaram o teatro de operações assim que a coisa começou a esquentar. Não podia queixar-me disso. Deveria respeitar as decisões de quem acreditava que marketing de pobre era simpatia.

Estava em um momento crucial de minha existência. Considerava eficientes os enunciados criados pelos fervorosos defensores da liberdade. Em aliança com minha causa difícil, sustentavam o fogo usando munição poderosa.

Apesar do achaque de alguns chatos de galochas, que afirmavam: "tem nego que só come a moça quando morde aquele chocolate da Nestlé", eu ainda ponderava que às vezes, sofria-se não por ser o trem muito pequeno; mas por ter o túnel muita largura.

Aquela ira italiana que formava meu ser abrandava-se com o passar do tempo. Eu não acreditava naquele marmanjo maledicente que espancava dizendo aos quatro ventos: "subia o preço do pãozinho, subia o preço do gás, só o nosso bimbo não subia mais". Eu achava que pra tudo na vida tinha jeito.

Tratando de botar para fora dos meus armários aquelas flores de plástico sem graça, notas fiscais dos carros com histórias mal contadas, medalhas e tíquetes de passagens aéreas ao Havaí, frangos mumificados, e as big salsichas indigestas de porco, eu concebi que era chegada a hora de mudar o rumo do meu navegar. Eu deveria alcançar o porto que me indicava aquela estrelinha lá no céu. Fundearia ali minha nave. Afinal, meu amigo, a noite da existência vinha chegando

Eu tinha, então, que me precaver.
Publicado originalmente em 09/09/2002

No usinadeletras.com.br







sexta-feira, 2 de abril de 2010

Carol Dieckmann veste dourado e surge na capa da RG Vogue

A atriz da Rede Globo de Televisão, Carolina Dieckmann que vive Diana Rodrigues, uma estudante de jornalismo, na próxima novela das oito “Passione”, de Silvio de Abreu, vestindo dourado, ilustra a capa da mais recente edição da revista RG Vogue.

Na trama, dirigida por Denise Saracene, que será exibida depois de Viver a Vida, Diana estará dividida entre os amores dos irmãos Gerson (Marcello Anthony) e Mauro Santarém (Rodrigo Lombardi).

É claro que as complicações criadas pelo ciúme ocasionarão situações bizarras tais como as que ocorrem na vida real.

Além de Carol Dieckmann fazem parte do elenco atores e trizes consagrados como Fernanda Montenegro, Maitê Proença, Mauro Mendonça, Mariana Ximenes, Reynaldo Gianicchini, e Francisco Cuoco.

Estima-se que a estréia de “Passione” ocorra no dia 17 de maio de 2010.

domingo, 19 de julho de 2009

Justiça bloqueia conta bancária de Ana Carolina e seus irmãos

A Justiça do Estado de Santa Catarina determinou o bloqueio das contas bancárias de Ana Carolina Madeira ex-participante do reality show "Big Brother Brasil" e de seus três irmãos, por suspeita de serem usadas pelo pai, José Laércio Madeira, para ocultar dinheiro obtido com a exploração de máquinas caça-níqueis. O suposto esquema foi alvo da Operação Arrastão II, do Ministério Público.

A decisão, no processo que corre em segredo de Justiça, na cidade paranaense de Itapema, foi publicada no dia 7 de julho.

"Considerando que foram identificadas novas contas bancárias utilizadas por José Laércio Madeira, em nome de seus filhos, para depositar valores oriundos da contravenção penal relativa a jogos de azar, determino o seqüestro e a indisponibilidade de todos os valores existentes nas contas bancárias indicadas”.

Ficou decidido ainda que Ana Carolina e os irmãos não poderão movimentar os valores existentes antes desta data. A Justiça permitiu que as contas permanecessem ativas, podendo ser usadas, somente para depósitos e saques realizados após a decisão.

Numa reportagem publicada no GAZETAONLINE de ontem (18/07), José Laércio Madeira informou que Ana Carolina viajou para São Paulo e disse que o advogado falaria em nome dele e dos filhos.

O advogado Tiago Teixeira ouvido pela reportagem, refutou as alegações dizendo que as suspeitas não passam de suposições, garantindo ainda que Ana Carolina e os irmãos não têm nenhum envolvimento com a questão dos caça-níqueis.


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